A verdadeira história das Bruxas de Salém

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Três mulheres foram acusadas pelas garotas: Tituba, uma escrava do Reverendo Parris, Sarah Good, uma desabrigada e Sarah Osborne, uma mulher que vivia na pobreza. Após as acusações, as três foram levadas a julgamento perante o Juiz Samuel Sewall, sendo Tituba a única s afirmar ter feito um pacto com o diabo, assinado um livro e ainda declarou que as bruxas estavam espalhadas por Salém, é de se imaginar que essas declarações acabou abalando toda a cidade não é mesmo? As três mulheres acabaram sendo pressas e a cidade mais do que nunca temia o que as bruxas poderiam fazer.

A verdadeira história das Bruxas de Salém

Uma outra mulher foi acusada de bruxaria: Martha Corey, porém ela era cristã e participava ativamente das atividades da Igreja, já foi motivo suficiente para que a desconfiança aumentasse entre o povo daquela região, até porque se uma cristã era bruxa, qualquer um poderia ser. Chegando em abril de 1962 várias outras mulheres foram acusadas e levadas ao tribunal para serem julgadas. Em junho daquele ano, Bridget Bishop foi enforcada acusada por ser bruxa, fofoqueira e promíscua, se tornando a primeira mulher a sofrer a penalidade pelo “crime”. A partir daí começou uma verdadeira caça às bruxas, os olhos da população de Salém estavam sempre bem atentos e prontos para acusar quem realizasse algo suspeito.

Ao todo 19 mulheres foram enforcadas, várias morreram na prisão e um homem morreu sendo apedrejado. Com o passar do tempo as acusações foram diminuindo, principalmente depois que o primeiro ministro da Nova Inglaterra, Cotton Mather, enviou uma carta ao tribunal pedindo que não considerasse sonhos e visões como provas. Increase Mather (filho de Cotton) era presidente de Harvard e fez o mesmo, o tribunal ouviu depois de um tempo resolveu ouvir os dois. O Juiz Samuel Sewall pediu perdão publicamente alegando ter acusado e condenado pessoas inocentes, mas o estrago infelizmente já estava feito. Alguns anos depois, em 1711 as famílias das pessoas que foram mortas receberam 600 libras cada como forma de indenização, mas o estado só se desculpou oficialmente e formalmente 250 anos após o ocorrido.

Atualmente a cidade de Salém possui um museu das bruxas que expõe documentação e objetos da época da caça e enforcamento, além de ser conhecida até os dias atuais como a cidade das bruxas.