Trabalha vendendo na internet? Conheça mais do varejo norte-americano

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A gente não precisa sair de casa para estudar o mercado norte-americano. Ele tem muito a nos ensinar sobre as vendas online. Sendo assim, claro que é um mercado diferente. Porém, há pontos que podem ser considerados por nós, especialmente, por nós empreendedores.

Por exemplo, através das notícias que são publicadas diariamente, a gente consegue ver que o cenário atual de lá tem uma crescente participação dentro do e-commerce e do omnichannel (canais que unem o mercado virtual com o mercado físico).

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No Brasil, isso também acontece. Tanto é que cada vez mais nós vemos as possibilidades de comprar online (que costuma sair mais barato) e retirar na loja (para economizar no frete). Assim, o consumidor ganha por 2 vezes. Esse é um dos usos do omnichannel.

O mercado norte-americano

Além do mais, a gente também pode notar que algumas gigantes do comércio eletrônico, especialmente Amazon e o e-Bay, estão investindo na redução do fluxo de clientes nas lojas físicas – dando mais vantagens para as compras online.

Para se ter uma ideia, vamos aos números: de todas as lojas, são mais de 6.000 que devem fechar até 2020 – assim como 25% dos shoppings centers de lá. Então, o varejo está acabando? Claro que não. É uma mudança, uma adaptação.

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Por outro lado, ainda que a gente considere a pandemia, saiba que há outras gigantes do varejo físico que resistem a essa mudança do físico para o online. Por exemplo, temos o caso do Walmart, que chegou a ter um faturamento anual equivalente a 25% do PIB brasileiro.

Analisando esses números, dados e lojas online, o que a gente pode aprender? Para sermos mais exatos nas respostas, a gente se preocupou em encontrar as características que diferenciam o varejo norte-americano do brasileiro. E o que podemos aprender com isso.

O varejo norte-americano é um mercado aberto

Se você nunca foi para lá, a gente vai contar um segredo aqui. E claro que não devemos considerar as medidas de isolamento social. Estamos falando apenas de momentos onde as medidas de isolamento social não eram obrigatórias.

Então, nessas situações menos anormais, as lojas ficam abertas até às 21 horas. E isso também inclui os dias dos finais de semana. Curiosamente, saiba que o único dia do ano em que todas as lojas fecham é no Thanksgiving, o feriado americano mais importante do país.

No entanto, para compensar esse dia de “perda para o comércio”, considere que 2 dias depois tem o Black Friday que, por sua vez, é o evento que mais vende no país – junto com o Natal.

O merchandising forte de todas as lojas

Essa é uma característica comum no varejo físico americano. Lá, o merchandising das lojas é muito forte e muito focado nas promoções e liquidações. Tanto é que a Black Friday representa um dia de vendas dos mais exponenciais.

Agora, dá para notar que as lojas físicas focam em notícias e números comunicados ao cliente no visual das lojas. É isso mesmo que você está pensando: placas, banners e anúncios.

O uso da tecnologia e dos vários canais de comunicação

Falamos acima sobre o omnichannel, correto? Então, é bem sobre isso mesmo que vamos continuar falando agora. Afinal, fica muito claro que mesmo que as máquinas começaram a atuar em diversos setores das vendas, os Estados Unidos sempre aproveitam todos os canais.

Por exemplo, já ouvimos falar sobre as máquinas de self checkouts assim como o uso dos drones para entregas a domicilio. E como você deve saber, lá nos postos de combustível já não tem mais frentistas, né.

varejo norte-americano

E mais do que resistir, houve uma grande adaptação do varejo. Assim, até mesmo porque uma questão de sobrevivência, as lojas físicas apostaram muito no omnichannel. Esse é aquele processo que faz a integração da venda online com a loja física.

As possibilidades de vendas e os programas

Também vale a pena citarmos aqui alguns pontos interessantes sobre os programas que estão sendo lançados, quase que diariamente, no país americano. Por exemplo, por lá os clubes de compras são bem fortes. E isso inclui cartões fidelidade, por exemplo.

Temos ainda os produtos das lojas que possuem descontos. De modo geral, todas as lojas de grife fazem verdadeiras promoções de outlet, com descontos consideráveis e preços bem inferiores aos praticados normalmente.

Como conseguem esses preços atrativos? Geralmente, eles são itens de sobra de estoque de fábricas, mudança de linhas ou de modelos e até mesmo pelas viradas de estação – exatamente como as lojas de departamentos fazem no Brasil.

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Para terminar o tópico, ainda podemos falar dos programas de devolução de parte do dinheiro gasto, que é chamado de cashback e tem feito um grande sucesso aqui no nosso país. Se por aqui é novidade, lá esse sistema é muito popular.

A sustentabilidade

Pode parecer algo contraditório, já que os Estados Unidos fazem parte dos países que mais poluem no mundo. Mas, justamente por isso, estão sendo investidos grandes esforços no varejo americano pensando nesse tema, que tem preocupado a população.

Assim sendo, acaba sendo um diferencial de vendas ser uma empresa sustentável, que pensa no próximo e no bem-estar geral do mundo.

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