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As torturas mais horripilantes realizadas na Idade Média

Já falamos de alguns instrumentos que eram usados para torturas e de como funcionavam, entretanto, aqueles não eram os únicos métodos utilizados, principalmente na Idade Média, isso porque, quando se trata de descobrir meios para se causar dor, o ser humano é soberano, infelizmente. Enfim, as maneiras que mostraremos a seguir eram usadas contra aqueles que eram perseguidos. Confira:

Fritado até a morte

Talvez alguns até conheçam esta história: no início, a maioria dos perseguidos eram cristãos. Em Roma, São Lourenço teve alguns atritos com o prefeito da cidade e acabou sendo alvo de uma tortura muito dolorosa: o prefeito mandou esquentar várias chapas de metal até que elas estivessem incandescentes, com isso, foi feita meio que uma chapa, na qual São Lourenço foi colocado e, literalmente, assado, entretanto, segundo dizem, ele não soltou nem sequer um grito, apenas disse: já estou pronto deste lado, agora me vire e coma.

Arrastado até a morte

O próprio nome já diz tudo, entretanto, ainda há mais: a pessoa era arrastada por uma carruagem geralmente até depois da morte, quando até mesmo os ossos já estivessem aparecendo, a carruagem ficava andando pela cidade por cerca de três dias sem dar água ou comida para o torturado que morria pouco depois do segundo dia.

Esfolamento

Era uma prática tão dolorosa que os perseguidos desmaiavam várias vezes antes de que o processo estivesse terminado, entretanto, havia um jeito de prevenir o desmaio: a vítima era pendurada de cabeça para baixo para que o sangue fosse para a cabeça, e isso não deixava que o torturado ficasse inconsciente.

Cozinhado vivo

Quando fervendo, a água é capaz de causar queimaduras de primeiro grau instantaneamente, depois de dez minutos, já aparecem queimaduras de terceiro grau. Após esses dez minutos, bastava esperar pouco tempo até que a água fervente rompesse os vasos sanguíneos e fosse tingida de vermelho.

Quebrado na roda

O nome é estranho, mas também diz tudo. A vítima era amarrada a uma roda e então ela tinha um de dois destinos: ou ele era martelado por alguém até que seus membros fossem reduzidos a algo parecido com uma pasta, ou então ele era colocado junto de outra roda para que as duas funcionassem como uma engrenagem para que a vítima fosse esmagada, porém, algumas partes do corpo, como o tórax e a cabeça eram preservados na maioria das vezes para que a vítima não morresse. Depois disso, a vítima era simplesmente deixada para morrer, fosse por hemorragia ou então comido por aves e formigas.

Comido por porcos

Mais uma condenação do que uma tortura, já que a barriga da vítima era aberta e nela era colocada uma espiga de milho, depois, os porcos eram soltos para cima da vítima agonizante, que comiam a espiga e os órgãos abdominais.

 

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