Terríveis casos de canibalismo praticado por jovens #1

Esta é uma série de repugnantes casos de canibalismo praticados por jovens perturbados. Então, tenha cuidado. Se o canibalismo não é algo que você possa aguentar (e quem poderia culpá-lo?), então é altamente recomendável que você não leia este post. No entanto, se você tem estômago (para ler sobre, claro), conheça alguns dos mais aterrorizantes casos de canibalismo já vistos.




A família Chijon

A família Chijon foi uma gangue Sul Coreana de canibais fundada em 1993, nas proximidades de Seul. Seu fundador, Kim Ki-hwan, um ex-presidiário, e outros seis ex-prisioneiros e trabalhadores desempregados, compartilhavam um grande rancor em relação as pessoas ricas. Por conta deste ódio, eles decidiram que deveriam exterminá-las, o fazendo da pior maneira possível.
Durante um ano, eles sequestraram pessoas que dirigiam super carros ou que faziam compras em lojas de grife. A quadrilha pedia resgate das vítimas, mas elas nunca eram entregues. Ao invés disso, eles a torturavam e a matavam. Posteriormente, algumas vítimas eram desmembradas e os integrantes da gangue comiam algumas das partes. O grupo acreditava que isso lhes dava coragem e lhes forçava a “renunciar a sua humanidade”.
Depois de matar e comer as vítimas, eles queimavam os pedaços do corpo que sobravam em um incinerador no porão do seu esconderijo.
A família Chijon foi presa em setembro de 1994, depois que uma mulher que foi sequestrada, conseguiu escapar. Ela havia sido estuprada, forçada a atirar em um outro homem e a segurar a cabeça de seu amigo enquanto ele era sufocado até a morte por um saco plástico.
Quando a família Chijon foi condenada, os integrantes do grupo deram entrevistas a um canal de televisão. Nenhum dos assassinos mostrou qualquer traço de remorso. Um disse aos repórteres de televisão antes de seu julgamento que seu único arrependimento foi que ele não tinha matado mais crianças ricas. Outro membro da gangue, Kim Hyon-yang de 22 anos, disse “eu sinto raiva reprimida e profundo pesar de que eu não pude matar todas as pessoas ricas”.




Jarno Elg, Terhi Tervashonka, e Mika Riska

jarno-elg

O caso Jarno Elg é considerado por muitos o pior crime da Finlândia. Em Outubro de 1998, uma perna humana foi encontrada em um depósito de lixo na cidade de Hyvinkaa. Pouco tempo depois, a parte do corpo foi ligada a quatro jovens satanistas, Jarno Sebastian Elg de 24 anos, Terhi Johanna Tervashonka de 17 anos, Mika Kristian Riska de 20 anos, e uma garoto não identificado de 16 anos. Depois de presos, o quarteto admitiu ter matado um homem de 23 anos de idade.
O homem foi supostamente torturado durante horas, enquanto os assassinos ouviam o álbum The Chronicle Cainian, discografado pela banda de black metal da Noruega, Ancient. Durante a cerimônia, os jovens comiam pedaços do corpo da vítima. Depois da tortura, o homem teve o rosto coberto por uma fita adesiva, sufocando-o. O crime foi incrivelmente horrível, sendo banido da mídia por 40 anos. Os três membros mais velhos do grupo foram considerados culpados. O garoto de 16 anos não foi condenado porque se acreditava que os mais velhos o tinham obrigado a participar do ato. Ele foi condenado a prisão perpétua, Tervashonka foi condenada a oito anos e seis meses, e Riska dois anos e oito meses.

Terhi Tervashonka em 1998 e em 2007

Depois de ser libertada da prisão em 2007, Tervashonka foi novamente presa por assassinato, matando um homem durante uma discussão, batendo-lhe no pescoço com um gancho.

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Terríveis casos de canibalismo praticado por jovens #1

Esta é uma série de repugnantes casos de canibalismo praticados por jovens perturbados. Então, tenha cuidado. Se o canibalismo não é algo que você possa aguentar (e quem poderia culpá-lo?), então é altamente recomendável que você não leia este post. No entanto, se você tem estômago (para ler sobre, claro), conheça alguns dos mais aterrorizantes casos de canibalismo já vistos.




A família Chijon

A família Chijon foi uma gangue Sul Coreana de canibais fundada em 1993, nas proximidades de Seul. Seu fundador, Kim Ki-hwan, um ex-presidiário, e outros seis ex-prisioneiros e trabalhadores desempregados, compartilhavam um grande rancor em relação as pessoas ricas. Por conta deste ódio, eles decidiram que deveriam exterminá-las, o fazendo da pior maneira possível.
Durante um ano, eles sequestraram pessoas que dirigiam super carros ou que faziam compras em lojas de grife. A quadrilha pedia resgate das vítimas, mas elas nunca eram entregues. Ao invés disso, eles a torturavam e a matavam. Posteriormente, algumas vítimas eram desmembradas e os integrantes da gangue comiam algumas das partes. O grupo acreditava que isso lhes dava coragem e lhes forçava a “renunciar a sua humanidade”.
Depois de matar e comer as vítimas, eles queimavam os pedaços do corpo que sobravam em um incinerador no porão do seu esconderijo.
A família Chijon foi presa em setembro de 1994, depois que uma mulher que foi sequestrada, conseguiu escapar. Ela havia sido estuprada, forçada a atirar em um outro homem e a segurar a cabeça de seu amigo enquanto ele era sufocado até a morte por um saco plástico.
Quando a família Chijon foi condenada, os integrantes do grupo deram entrevistas a um canal de televisão. Nenhum dos assassinos mostrou qualquer traço de remorso. Um disse aos repórteres de televisão antes de seu julgamento que seu único arrependimento foi que ele não tinha matado mais crianças ricas. Outro membro da gangue, Kim Hyon-yang de 22 anos, disse “eu sinto raiva reprimida e profundo pesar de que eu não pude matar todas as pessoas ricas”.




Jarno Elg, Terhi Tervashonka, e Mika Riska

jarno-elg

O caso Jarno Elg é considerado por muitos o pior crime da Finlândia. Em Outubro de 1998, uma perna humana foi encontrada em um depósito de lixo na cidade de Hyvinkaa. Pouco tempo depois, a parte do corpo foi ligada a quatro jovens satanistas, Jarno Sebastian Elg de 24 anos, Terhi Johanna Tervashonka de 17 anos, Mika Kristian Riska de 20 anos, e uma garoto não identificado de 16 anos. Depois de presos, o quarteto admitiu ter matado um homem de 23 anos de idade.
O homem foi supostamente torturado durante horas, enquanto os assassinos ouviam o álbum The Chronicle Cainian, discografado pela banda de black metal da Noruega, Ancient. Durante a cerimônia, os jovens comiam pedaços do corpo da vítima. Depois da tortura, o homem teve o rosto coberto por uma fita adesiva, sufocando-o. O crime foi incrivelmente horrível, sendo banido da mídia por 40 anos. Os três membros mais velhos do grupo foram considerados culpados. O garoto de 16 anos não foi condenado porque se acreditava que os mais velhos o tinham obrigado a participar do ato. Ele foi condenado a prisão perpétua, Tervashonka foi condenada a oito anos e seis meses, e Riska dois anos e oito meses.

Terhi Tervashonka em 1998 e em 2007

Depois de ser libertada da prisão em 2007, Tervashonka foi novamente presa por assassinato, matando um homem durante uma discussão, batendo-lhe no pescoço com um gancho.

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