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Subcultura gótica e suas vertentes: Deathrockers #2

 

– Ainda hoje, uma das principais tribos urbanas. Em sua base, dois elementos centrais: o punk e o gótico.

– O estilo em si, tem sido difundido há anos. Mas especificamente, desde o final da década de 70.

– Inovador por definição, ele abarcaria uma série de referências, tornando-se, a partir de então, uma das mais criativas manifestações.

– Em seu visual, os mais diferentes objetos: De gargantilhas e concorrentes, passando por cintos e alfinetes. Em comum, o tom diversificado, presente, sobretudo, nas calças e jaquetas rasgadas.

– Em relação à maquiagem, duas importantes cores: o preto e o roxo. Cada qual, expressando o horror e a dramaticidade.

– Entre os grupos mais admirados, destaque para Alien Sex Fiend e Christian Death. Ainda no contexto, Dinah Cancer, líder do grupo 45 Grave. Bastante respeitada, ela é tida como a “deusa do deathrock”.

– Por aqui, o estilo foi se desenvolvendo aos poucos. Entre os adeptos, a relevância de uma importante publicação: a NME (New Musical Express).

– Ainda no Brasil, a sua difusão por meio de festas e eventos temáticos. Entre eles, o chamado Vamp Fest e a Ego Club.