A sexta extinção em massa do mundo já começou

Registros históricos encontrados pelo mundo revelaram uma triste história que vem se repetindo de tempos em tempos. Em intervalos de centenas de milhões de anos, a vida enfrenta uma batalha enorme para continuar existindo, pois nosso planeta inicia uma extinção em massa.




Extinções em massa

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A vida surgiu há pouco mais de 3,5 bilhões de anos. Nessa época, pequenos seres unicelulares começaram a aparecer e se reproduzir. Uma célula se partia em duas, essas duas viravam quatro e rapidamente o poder na exponencial criou bilhões de pequenas criaturas.

Com o passar do tempo, elas mudaram de ambiente e os seres que eram iguais, ficaram diferentes. Espécies surgiram, reinos inteiros apareceram no registro fóssil. A Terra virou o lar da vida e cada dia que se passava mais seres a habitavam. Mas eis que uma catástrofe recaiu sobre o planeta azul e a vida foi quase exterminada.

Desde a primeira extinção em massa, até hoje em dia, cinco grandes eventos dizimaram a vida na Terra. Diminuindo a diversidade, extinguindo milhões de espécies e abrindo espaços para novos seres. Na última grande extinção, os dinossauros sumiram do mapa, abrindo espaço para novos seres e os mamíferos dominaram o planeta.

E depois de 65 milhões de anos, muito antes do esperado, outra catástrofe global está atingindo todos os seres vivos. O desequilíbrio criado pela raça humana despertou a fúria da sexta extinção em massa da história.




Diversidade tem um fim

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A vida tende a diversidade infinita. Ou seja, se tivéssemos tempo o bastante, existiriam bilhões e bilhões de espécies, porém nosso Planeta possui recursos limitados, o que cria um perigo constante. Mesmo que um meteoro não caísse por aqui, em algum momento essa diversidade e quantidade enorme de seres geraria naturalmente uma extinção em massa para que o equilíbrio no planeta fosse retomado.

Só que normalmente antes desse tipo de diversidade e quantidade ao extremo, outras coisas acabam exterminando a vida.




A última extinção

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A extinção em massa que está em curso na Terra atualmente é uma das mais violentas da história. O ser humano, como um grande vírus no planeta, está criando desequilíbrio em diversos ambientes e a grande maiorias das espécies simplesmente não consegue se adaptar as mudanças e some do mapa.

Seguindo o histórico das demais extinções, nós podemos prever algumas de suas consequências. Os animais grandes devem sumir. Em todas as extinções passadas, animais de grande porte são os que somem primeiro, pois precisam de um ambiente muito equilibrado para sobreviver, afinal, um elefante precisa de dezenas de quilos para sobreviver todos os dias, em um mundo desequilibrado, isso se torna impossível.

Existe uma grande possibilidade de que os atuais donos dos mundos, os mamíferos, percam a maior parte de seus representantes e, no futuro, pós-extinção em massa, os novos dominantes do planeta podem ser os insetos, que são menores e mais resistentes.

Os humanos devem sobreviver, principalmente pelo fato de viverem em todos os cantos do mundo. As espécies que vivem em mais de um continente são as que possuem mais chances de sobreviver a uma catástrofe global.

Mais detalhes sobre o futuro da Terra são totalmente incertos, pois a morte de uma espécie pode causar os mais diversos desequilíbrios. Por isso, o que se pode saber é que a vida vai continuar a existir e que provavelmente os humanos ainda estarão por aqui, mas não sabemos em que condições.

Sem a maior parte dos animais, o desequilíbrio do planeta pode ser fatal para a maior parte dos humanos e os que sobreviverem terão que esperar milhões de anos para ver um ecossistema equilibrado novamente, até que chegue o ponto onde o equilíbrio se perca e uma nova extinção comece a devastar o planeta.

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