Segredos escondidos em obras de arte famosas

6- O Jardim das Delícias Terrenas: Hieronymus Bosch (1515)

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O Jardim das Delícias Terrenas, é uma pintura a óleo tríptico que lê da esquerda para a direita, cheia de temas instigantes que cercam a história, a fé e a condição humana. Bosch é um mestre de detalhes e faz com que o espectador sinta o que deseja, seja pacífico, calmo, horrorizado ou angustiado. O Jardim das Delícias Terrenas também não tem escassez.

No entanto, por causa de todos esses detalhes, é fácil perder algumas coisas. Na representação do inferno no painel da extrema direita, uma folha de música pode ser vista tatuada ou impressa no fundo de uma das figuras sendo atormentada. Depois de um olhar mais atento, e transcrevê-lo em notação moderna, as pessoas começaram a se referir às notas musicais discretas como “a canção do inferno”..

7- Homem, Controlador do Universo: Diego Rivera (1943)

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Inicialmente, Nelson Rockefeller encarregou Diego Rivera de pintar Man at the Crossroads para o Rockefeller Center em Nova York. No entanto, ele não gostou da representação do revolucionário comunista Vladimir Lenin e teve a pintura destruída. Em resposta, Rivera repintou o mural na Cidade do México e o renomeou como Man, o Centro do Universo. No entanto, quando ele repintou, ele adicionou uma representação do pai de Nelson Rockefeller sob a imagem bacteriana da sífilis.

Rivera havia secretamente dito ao mundo em sua pintura que o pai de Nelson tinha sífilis. Para torná-lo ainda mais claro, ele o descreveu segurando um martini ao lado de uma mulher que poderia muito bem ser uma prostituta. Além disso, Vladimir Lenin é ainda mais proeminente no segundo mural que Rivera criou.

8- Os embaixadores: Hans Holbein The Younger (1533)

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Na pintura, os embaixadores bem vestidos parecem felizes e saudáveis, saboreando seu sucesso e bens materiais. No entanto, se você olhar para o chão da parte inferior esquerda ou direita, poderá notar o crânio em uma perspectiva anamórfica. O crânio é colocado lá como um lembrete da morte. É um aceno para a frase em latim “memento mori”, que significa “lembre-se que você vai morrer”.

Não importa quão confiantes, saudáveis ​​ou prósperas sejam esses dois cavalheiros, a morte sempre estará ligada a eles e seguindo-os aonde quer que eles vão. A pintura foi projetada para ser pendurada em uma escadaria de modo que aqueles que passassem pudessem facilmente ver o crânio e se lembrassem de sua morte iminente.

9- Davi: Michelangelo (1504)

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A estátua de 17 metros de altura de Michaelangelo, Davi, é considerada uma das mais impressionantes esculturas de todos os tempos. Como a estátua é tão alta, as pessoas só veem o Davi de baixo, no qual ele parece calmo, olhando para a frente com confiança. No entanto, quando você olha para o rosto dele do nível dos olhos, a expressão dele é algo totalmente diferente. Sua expressão facial parece estar com raiva ou mesmo com medo.

Quando você considera a história que a escultura está retratando, faz sentido. A estátua deve ilustrar os momentos antes de Davi estar prestes a lutar com Golias, um dos maiores confrontos da história. No entanto, a menos que você esteja cara a cara com Davi, você não seria capaz de ver suas verdadeiras emoções.

10- A Mona Lisa: Leonardo da Vinci (1503)

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Enquanto The Independent descreve que a Mona Lisa é “a mais conhecida, a mais visitada, a mais escrita, a mais cantada, a obra de arte mais parodiada do mundo”, existem grandes mistérios por trás dela. Seja o sorriso ambíguo de Mona Lisa, a composição da pintura ou o plano de fundo, as pessoas continuam estudando a obra de arte hoje. Descobriu-se que Leonardo deixou suas iniciais “LV” no olho direito, embora sejam microscopicamente pequenas.

Isso também levantou questões. No entanto, em 2015, um cientista francês descobriu usando tecnologia de luz reflexiva que havia outro retrato de uma mulher sob a pintura que vemos hoje. Acredita-se que foi o primeiro rascunho de Leonardo antes de criar a mais famosa obra de arte de todos os tempos.