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Rituais fúnebres horripilantes #1

A morte é a única coisa que temos como certa na vida, mas também a que mais tememos. Como será? Quando será? O que acontecerá após? Tudo isso sempre foi algo muito difícil para lidarmos. Nesse post mostraremos como algumas culturas lidam com isso. Da forma mais curiosa e bizarra possível.

 

A dança com os mortos

Não é incomum vermos cilivilações que fazem festas e celebrações a morte. Mas essa em especial é um tanto quanto macabra. A cada sete anos, as famílias desenterram os corpos de seus parentes falecidos para mudar suas roupas e celebrar seus parentes que já partiram, mas não todos.

Famadihana, ou “virada dos ossos”, é um ritual fúnebre tradicional do povo Merina nas terras altas de Madagascar. E alguns usam bonecos e fantasias no lugar do falecido real.

Quando o corpo é desenterrado, os parentes tiram fotos junto com o falecido e aproveitam a oportunidade para prender pequenas lembranças, como peças de roupa funeral, para manter debaixo do colchão (por causa de sua crença de que as peças de vestuário ajudar com a infertilidade).

A cerimônia é feita com o corpo do falecido içado ao ar pelos familiares e amigos, e todos dançam junto ao corpo. A dança é feita em volta dos próprios túmulos, e isso mesmo, com o parente morto nas mãos.

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No final, o corpo é colocado a “descansar” por mais sete anos, com roupas novas, dinheiro e álcool.

 

 

 

 

Morto “pregado” em uma cadeira na frente de casa

Qual a primeira coisa que geralmente fazemos quando uma pessoa morre, por mais querida que ela possa ser para nós? Chamar uma ambulância ou profissionais para retirada do corpo para local apropriado para logo fazer o enterro e tudo mais, correto? Bem, o povo de Benguet, nas Filipinas, não pensa assim.

Sempre que há uma morte, os parentes próximos do falecido “pregam” o morto à uma cadeira em frente a sua casa, como se estivesse sentado na varanda.

Os braços e pernas são amarrados à cadeira para manter a posição. Seus olhos são cobertos com uma venda nos olhos, em parte, para que eles não têm de testemunhar o sofrimento do mundo vivo.

E corpo permanece lá por oito dias. No calor e umidade das Filipinas.

Durante esses oito dias, as pessoas da aldeia lamentam e realizam rituais de passagem para ajudar a alma do falecido chegar ao seu destino final. No entanto, como em qualquer funeral que se preze, o luto leva a grandes quantidades de álcool e uma grande festa, com o cadáver sentado no meio de tudo isso. O corpo lentamente quebrando apresenta nenhum horror a eles, e eles nem se importam com o sempre presente cheiro de morte. De fato, não é incomum para as pessoas sentar e fazer piadas sobre o odor horrível.

 

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