O que podemos (ou não) fazer?

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Você já ouviu falar em Biohacking? É um tema pouco conhecido e consequentemente, pouco estudado. Cientistas que fazem as pesquisas sobre o assunto alegam ser uma maneira de evoluir espécies, mexendo em suas estruturais corporais.

O Biohacking pode seguir do crescimento acelerado de uma planta para a introdução de visão noturna em humanos. A produção de próteses mecânicas funcionais é considerada um tipo leve de Biohacking. Alguns biohackers conseguiram inserir um relógio de pulso em sua própria pele como se fosse uma tatuagem.




O que é Biohacking?

Biohacking ou o Do it Yourself (DiY – Faça você mesmo), é a prática de misturar biologia com hacker ético, simplesmente o ato de você hackear a sua própria biologia. É você ir atrás de fórmulas, técnicas, aplicativos, alimentos e suplementos que vão fazer você se tornar muito mais produtivo, inteligente, focado ou até adaptado no dia a dia, No entanto ainda é uma prática muito arriscada para ser estudada em larga escala científica, como no estudo do câncer, AIDS e outras doenças graves.

Cyborgs, que aparecem em filmes também são seres com genes modificados para reconstruir a sua massa orgânica como uma massa mecânica, atualmente poucos cientistas estudam esta técnica como uma evolução.

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Baseado em extensa pesquisa sobre o nosso corpo e tecnologia, pseudocientistas decidiram em 2014, para unificar ambos os saberes, criar a Biohacking.

Esses pseudocientistas são chamados Grinder, qualquer um pode ser um Grinder desde que tenha dinheiro suficiente para comprar seu material, que pode ser facilmente encontrado na internet.




Neil Harbisson

Neil Harbisson, vive em Belfast, Reino Unido, foi considerado oficialmente o primeiro cyborg. Neil implantou com ajuda de uma equipe médica especializada, um sistema que lhe permite ouvir um som para cada tipo de cor que é reconhecido por uma câmera acoplada à sua cabeça.

O tom musical de cada cor é ouvido por Neil através da indução óssea, permitindo a ele - que possui um tipo de daltonismo raro, o qual lhe permite apenas enxergar preto e branco - perceber o mundo em cores. Apelidado ‘Eyeborg’, Harbisson explica que já não considera o equipamento como algo “extra” em seu corpo, mas uma nova parte dele, porque o software de reconhecimento de cor e seu cérebro começaram a trabalhar juntos, fazendo-o até mesmo sonhar com cores (mesmo cores musicais).

“Nosso conhecimento vem dos sentidos. Se podermos estender os sentidos, vamos, consequentemente, aumentar o nosso conhecimento”, diz o cyborg.

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Razões Médicas?

O norte-americano, Tim Cannon, é um desenvolvedor de software que criou uma Cicardia e implantou em seu próprio antebraço. Tim é co-fundador e Chefe de Informações do escritório da Grindhouse Wetware (termo elaborado a partir da ideia de informática de hardware ou software). Cicardia é uma placa-mãe que controla sua Pressão arterial e o alerta quando seu sistema imunológico está ficando debilitado, enviando um tipo de mensagem diretamente para seu smartphone. Esta placa-mãe tem uma bateria recarregável wi-fi, sendo assim, todas as noites, enquanto ele está dormindo, ele precisa recarregar como um telefone celular.

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“O corpo humano é realmente falho em quase todos os sentidos”, diz Cannon. “Eu quero viver até os milhares de anos de idade. Eu não quero morrer. Eu não sei por que alguém iria querer isso.”

Liderando o movimento dos transumanistas, como diretor de engenharia da Google, Ray Kurzweil previu: ‘’O corpo humano será completamente substituído por máquinas até o final do século, com as mentes humanas enviadas para computadores até o ano de 2045’’

Outros, como o bilionário russo Dmitry Itskov, acredita que a imortalidade, colocando cérebros humanos em corpos de robôs controláveis (também conhecido como a “singularidade”), será alcançada em menos de 25 anos.

E você o que acha disso tudo?

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