Programas religiosos e a sua proliferação

Nos últimos anos, um fenômeno tem chamado a atenção de todos: os chamados “telecultos”. De um lado pastores das mais diferentes denominações, de outro, nós, simples telespectadores.

Em comum, a conquista por novos adeptos, sejam eles para a Igreja Universal, Mundial, Renascer ou da Graça.

Bom, até aí, tudo bem, exceto por pequeno detalhe: o valor financiado. Este, por sua vez, na faixa dos 500 mil a 1 milhão de Reais.

 A situação, que por si só já é grave, ainda ganha um novo ingrediente: Na cidade de São Paulo, o aluguel de uma determinada rede por 22 horas seguidas.

Vejam vocês, não estamos tratando de 2 ou 3 horas por dia, mas sim, de mais de 20. Detalhe: A cada meia hora, o pedido de mais e mais ofertas.

Nesse ínterim, o lançamento de livros temáticos, ou ainda, “meias milagrosas”. Não menos importantes, os chamados “sprays contra capeta”.

- Alheios a isso, nós, telespectadores, envoltos nessa disputa por território, e claro, por novos fiéis.




Curiosidades

- Na TV brasileira, os ditos “programas religiosos”, são datados do início dos anos 80. Sua maior abrangência, no começo da década seguinte, em especial, na Rede Record de televisão.

- Com o sucesso conquistado, as atrações migrariam para outras redes. Na Band, por exemplo, o aluguel da faixa nobre e do período da madrugada.

- E por falar no Grupo Bandeirantes, destaque para a sua Rede 21. Nesta, o espaço cedido a um dos líderes mais conhecidos da atualidade: Valdemiro Santiago.

- Aclamado, ele compraria espaços nos mais diversos canais. Na RedeTV, por sinal, o aluguel da faixa nobre.

- De fato, a disputa segue acirrada. A dúvida que fica é: Estaremos vivenciando uma nova guerra santa? Não deixe de participar!

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