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Monte a sua matéria: “Menes” da Internet #149

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E lembrando, mais uma vez, que todos os temas são aceitos: política, esporte, religião…Se preferir, envie o seu texto para: Jeff.gothic@gmail.com! A todos, uma excelente leitura!

Menes da Internet

Por: Miniskrik

Monte a sua matéria: "Menes" da Internet #149

A Internet é algo que maravilha todos nós. A capacidade de compartilhar informações com o outro lado do mundo é algo simplesmente incrível. Ela tem utilidades infinitas: desde ver vídeos engraçados até fazer uma pesquisa universitária.

Mas não estamos aqui para falar de coisas sérias. Estamos aqui para falar do lado cômico da web (que parece ser o mais visível). E então vocês se perguntam: ” Mas Mini, vocês escreveram a palavra “memes” errado!”

E agora Minis explica: “Menes” é um termo que realmente existe, mesmo sendo desconhecido (acredito), e menes são diferentes de memes. Podemos dizer que todo mene é um meme, mas nem todo meme é um mene. Pra entender, precisamos primeiro saber o que é um meme.

O termo “meme” foi criado por Richard Dawkins em seu livro “O Gene Egoísta”, e no livro é considerado como uma unidade da evolução cultural que se auto-propaga. Porém, no meio cibernético, o meme é basicamente uma ideia que é propagada pela World Wide Web. Esta ideia pode assumir a forma de um hiperlink,  vídeo, imagem, website, hashtag ou mesmo apenas uma palavra ou frase, e se espalha de pessoa para pessoa através das redes sociais, blogs, e-mail e outros meios tornando-se sempre viral.

Os memes podem ser de vários tipos, como um desenho. Alguns são caricaturas, como o famoso Trollface (clássico), podem ser homens-palitos como o Fuck Yeah e até mesmo fotografias adaptadas para o desenho, como o Are You Serious Face. Mas então, o que são “menes” afinal?

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Podemos dizer que o mene surgiu a partir dos memes com certeza absoluta. O mene é simplesmente algo que inicialmente não tem graça nenhuma, e que quando começa a ser compartilhado, começa a ter graça. É como se fosse uma brincadeira com os memes. O interessante é que esse tipo de atitude demonstra como as pessoas já estão acostumadas com os memes –  mas nem todas com os menes.

Você só vai entender uma piada de mene se você conhecê-lo. É a mesma coisa com uma piada de físico, por exemplo. Se você não tiver conhecimento de física, vai achar a piada totalmente sem graça. Ou seja, só se acha graça de uma piada de mene quando se conhece o mene em questão.

E o engraçado é que os menes são memes, mas zoam os próprios memes. Qualquer um pode criar um mene. É uma criação em conjunto, assim como o meme. Porém uma das diferenças básicas é essa: só se vê graça num mene quando se conhece ele.

A maioria dos menes são besteiras totais, com a única finalidade de ser ridículo, porém engraçado ao mesmo tempo. A Internet é, afinal, uma representação da cultura. Pude observar isso navegando a web americana e brasileira, e ambas são extremamente diferentes. Os menes da Internet americana geralmente são mais “sem-graça”, coisas bem no estilo da comédia americana, enquanto os menes do Brasil são mais “soltos”.

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Pessoalmente, prefiro os menes brasileiros. São muito mais cômicos, além de mais simples de se ver a graça. Enfim, a partir dessa série, pretendemos mostrar, inicialmente, as surpresas que a internet brasileira guarda. E vocês não imaginam quantas histórias existem, quantas pessoas deixaram algo minimamente importante para a construção de uma identidade brasileira cibernética. Tentaremos apenas procurar informações verdadeiras, mas não garantimos nada!