Literatura e conhecimento em troca de liberdade

00A partir do mês de abril, foi aprovada a lei que reduz a pena dos presidiários de São Paulo incentivando o hábito da leitura. Presos analfabetos, que desejam aprender a ler, também terão oportunidade de ingressar no mundo dos livros e precisarão assistir a aulas, não podendo cometer faltas graves durante o tempo preciso para sua alfabetização.

A lei, que antes funcionava apenas para quem exercia algum tipo de trabalho dentro da cadeia, agora é um modo de preparar e reincluir o carcerário na sociedade. Aquele que passar um mês lendo, terá em troca quatro dias a menos em sua sentença.

Para provar seus conhecimentos e o que aprendeu, os presos prestarão uma série de provas, entre elas, escrever uma resenha sobre o que foi lido e posteriormente, uma prova oral dos novos conhecimentos buscados.

Sendo assim, quem quiser ter a experiência da leitura, poderá ter acesso às várias obras, dos livros clássicos aos científicos e terá o tempo de 30 dias para prestar essa prova, em troca da remissão de tempo na prisão.

Essa nova medida foi aprovada no último dia 18 por José Renato Nalini, corregedor geral da Justiça.

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