Irã declara guerra ao cristianismo confiscando bíblias

Description=Iranian President, Mahmoud Ahmadinejad points during a public gathering in the city of Abhar about 120 miles (200 kilometers) west of the capital Tehran, Iran, Friday, April 28, 2006. Ahmadinejad vowed Thursday that no one could make Tehran give up its nuclear technology, and he warned that the United States and its European allies will regret their decision if they "violate the rights of the Iranian nation." (AP Photo/Mehr News, Sajjad Safari)

De acordo com a agência de notícias Mehr, autoridades do Irã apreenderam cerca de 6.500 bíblias, além de fechar sites  e destruir igrejas, a fim de acabar com o cristianismo no país. De acordo com líderes das igrejas, o número de cristãos no país deve chegar a 100.000.

A ação foi justificada pelas autoridades com a afirmação de que o cristianismo possui “campanhas milionárias contendo publicidade enganosa, afastando a juventude dos ensinamentos do Islã”.

Hadi Jahangosha, o líder islâmico do país, em entrevista disse que os meios de comunicação e a facilidade com que os jovens têm acesso a literatura cristã faz com que o cristianismo se espalhe rapidamente. Concluiu dizendo que é uma responsabilidade de cada cidadão fazer algo, cumprir seu papel na expansão do islã puro e lutar contra as falsas crenças do Ocidente.

Grande parte das bíblias confiscadas vieram das cidades de Abhar, Zanjan e do estado de Zanjan.

Segundo governo do Islã, houveram várias prisões de pessoas relacionadas com sites de conteúdo cristão, além de um comitê criado unicamente para monitorar usuários de internet em todo país.

A mudança do islamismo para qualquer outra religião, muito conhecida como apostasia, é um crime no Irã, julgado em Tribunal e que pode resultar em prisão, porém a legislação tem como objetivo punir estes infratores com a morte.

Adaptado de christianpost

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