Investimentos para o curto prazo? Considere essas 5 ideias para não correr riscos

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Na hora que for fazer um investimento financeiro você deve escolher se pretende faze-lo a curto, médio ou longo prazo. Além disso, você tem que ter um perfil financeiro traçado. Hoje, vamos falar de 5 investimentos para o curto prazo para quem é conservador.

E antes de qualquer coisa, saiba que algumas pessoas não têm paciência em deixar muito tempo o dinheiro parado ou simplesmente não sabem quando vão usá-lo (como usam para reserva financeira). Por isso, acabam optando em aplicações para o curto prazo.

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Essa ideia de ter um ativo para o curto prazo e sem riscos é conhecido como de alta liquidez. Então, saiba que o curto prazo se refere a investimentos que chegam, no máximo, a 2 anos de vencimento – após isso, eles são de médio (até 5 anos) ou longo prazo (a partir dos 5 anos).

Os 5 investimentos de curto prazo

Se quer aprender como fazer bons investimentos para o curto prazo, esse conteúdo é indicado para você.

1 – Tesouro Selic

A primeira alternativa que sugerimos para você é o Tesouro Selic. O ativo leva esse nome exatamente por seguir a taxa Selic. Você também poderá encontrar essa aplicação como LTF (Letras Financeiras do Tesouro), como é um nome mais antigo para ela.

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Essa é uma forma bem conservadora para fazer seu investimento e se caracteriza por estar na categoria dos pós-fixados. Isso acontece pelo fato de acontecer variação na taxa Selic que, geralmente, acontece de 45 em 45 dias. A ação efetuada pelo COPOM.

É um tipo de aplicação de renda fixa, que tem o desconto do imposto de renda sobre a rentabilidade quando o dinheiro acumulado é resgatado. E quanto à segurança, ela se dá pelo fato de que o próprio governo garante a compra dos papéis.

2 – Certificado de Depósito Bancários

Outra opção interessante para quem busca um rendimento e uma aplicação rápida é o CDB.

Essa aplicação também é muito confiável pelo fato de ser segura pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos). Mas, para isso, é preciso se manter dentro do limite de resgate que não poder ultrapassar R$ 250 mil por CPF e também por conglomerado financeiro.

Além disso, possui uma rentabilidade superior à da poupança, que é um dos investimentos mais comuns e usados no nosso país.

Contudo, você precisa ficar de olho no momento certo para aplicar sua grana. Se os bancos estiverem pagando acima de 100% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) pode ser um bom negócio – abaixo disso, não é.

3 – Letra de Cambio

Se estiver buscando algum investimento por meio de financeiras, você pode escolher a LC. Então, todos os investimentos para o curto prazo citados aqui são bem próximos em termos de segurança. Mas, o que muda é quem garante tal confiança.

No caso do Tesouro Selic é o governo, no caso dos CDBs é o FGC (independente do porte do banco) e as LCs também são garantidas pelo FGC. E por serem emitidas por essas empresas particulares, faz com que o rendimento seja atrativo do que as que vem dos bancos.

Isso deixa a LC bem competitiva em relação a outros investimentos da renda fixa que, normalmente, são os mais procurados por investidores.

4 – Fundos DI

Mais um tipo de investimento pós-fixado e que se vê atrelado ao CDI e à taxa Selic são os Fundos DI.

A grande atração desse tipo de aplicação é a possibilidade de ter um rendimento instantâneo, pois ele permite que você retire seu dinheiro quando quiser, fazendo com que tenha sua grana as mãos a qualquer hora. Por isso, podem ser bem líquidos.

Assim, esse é um motivo mais do que suficiente para alguém que pretende investir em curto prazo e não quer seu dinheiro preso.

Uma dica importante para ter sucesso com Fundos DI é observar a taxa de administração. Ela não pode ser maior que 0,5% ao ano. Mas, caso contrário, o rendimento ficará aquém de quem procura um bom negócio.

A melhor hora para recorrer aos Fundos DI é quando a remuneração for maior que 100% do CDI. Geralmente, a garantia se dá pelos próprios bancos e não pelo FGC. Além do mais, o dinheiro está a salvo mesmo em caso de falência.

5 – Fundos de renda fixa

Vamos fechar essa lista de investimentos para o curto prazo falando sobre os Fundos de renda fixa atrelados ao CDI. Como em outros exemplos que já citamos, esse investimento acompanha o que é ditado pelo CDI e a taxa Selic, sendo mais uma sugestão de pós-fixado.

A taxa desse fundo não deve passar de 1% ao ano para ser bom. E ainda, o fundo precisa pagar ao investidor um valor acima 100% do CDI. Se não encontrar algum título dentro desses critérios descritos, é melhor esperar outra oportunidade.

Além disso, você deve buscar por fundos de renda fixa que apresentem uma carência de que estejam entre 15, 20 ou 30 dias. Dessa forma, conseguirá que os fundos façam a aplicação do seu capital em títulos que sejam menos líquidos, entre os já citados aqui.

Não tem mesmo risco de perda?

E para fechar o artigo de verdade, saiba que todos os ativos citados aqui possuem suas garantidas, seja pelo governo, FGC, financeiras, bancos. Tanto é que eles são da renda fixa, considerados os mais seguros do país.

Investimentos para o curto prazo

Por outro lado, quem quiser retorno maior vai poder optar pela renda variável, que também pode ser líquida, mas nem sempre isso vai garantir uma segurança quanto ao rendimento. No caso das ações, o ideal é você estudar muito o mercado antes de aplicar dinheiro lá.

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