Guia de sobrevivência no mundo selvagem #1

De filmes de ação a documentários de sobrevivência, existem diversas fontes de informação de como sobreviver nas mais variadas situações no mundo selvagem. Mas nem sempre o que aprendemos nas telas é condizentes com a verdade e o que você acha que vai lhe salvar, pode piorar ainda mais a situação:




O óbvio

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Sempre que você for fazer qualquer coisa, mesmo que próximo a civilização, traga tudo que pode ser necessário. Como comida, água e um kit de primeiros socorros. Além disso, carregue o maldito celular. Basta um passo em falso para torcer um tornozelo ou mesmo quebrá-lo e lá se vai sua capacidade de locomoção. A não ser que alguém consiga lhe carregar, uma ligação pode ser a única saída. Mesmo que você esteja a 50 metros de algum lugar civilizado, isso pode se tornar um espaço enorme em caso de um machucado.




Comida

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Quando alguém percebe que está perdido, a primeira reação, depois do desespero, é buscar comida para aguentar o tempo no meio do nada. Mas a verdade é que comida deve ser o último pensamento em caso de emergência. Registros históricos mostram que a maior causa de morte em pessoas que estão perdidas ou em um local selvagem não é fome. Acidentes, machucados e envenenamentos são as principais causas de mortes entre aventureiros. Por isso, antes de buscar comida, primeiro cuide-se para não se machucar.




Perdido no deserto

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Ao contrário de outros lugares selvagens, o deserto é um perigo durante o dia. O que mais mata pessoas nessa situação é a desidratação, por isso, a principal dica é: não ande durante o dia. O ideal é se esconder do Sol durante o dia e usar a noite para se locomover. Em desertos quentes, uma caminhada de quatro horas no Sol é tempo o bastante para desidratar uma pessoa.

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Outro ponto importante sobre desertos são os cactus. Ao contrário de filmes e desenhos, nem todos os cactus possuem água dentro e muitos dos que possuem, não guardam água potável. Apenas o cactus conhecido como Barrel cactus, que é uma espécie dessa planta encontrada na Região Norte da América, possui água boa para o consumo humano.




Fogo e água

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Todo mundo vê em filmes alguém fazendo fogo com dois palitinhos. Mas apesar de ser um truque famoso, isso é mais complicado do que parece. Primeiro é preciso de madeira seca, algo difícil de se achar no mundo selvagem, depois é preciso de um pouco de palha ou algo do gênero para que as primeiras faíscas virem fogo. E por último, é necessário um grande esforço para gerar algo que seja capaz de acender fogo. Por isso, é mais fácil levar um isqueiro.

Ainda na área do calor, temos aquela ideia de que basta fervemos a água para que ela fique potável. Não é bem assim, a fervura apenas mata as bactérias e germes. O resto continua ali. Partículas de sujeiras, fezes de animais, urina e tudo mais que pode cair em um rio. O melhor mesmo é sempre buscar uma fonte de água corrente e depois filtrá-la, nem que seja com sua camisa.




Cama em vez de teto

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Sempre que pensamos em abrigo, a primeira ideia que nos vem a cabeça é construir um teto, mas esse não é o caminho certo. Nós precisamos muito mais de um colchão do que um teto. Dormir no chão é péssimo, tanto para o corpo, que tende a perder mais energia para se manter aquecido em contato com o chão, quanto para a segurança devido à insetos, cobras e aranhas.

Por isso foque no colchão e depois veja um teto, a não ser que esteja chovendo.

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