Entenda o gerenciamento de riscos nos investimentos e veja 3 dicas para evitar perdas

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Para começo de conversa, se a gente pudesse encontrar a melhor definição para gerenciamento de riscos nos investimentos, com certeza, as palavras seriam próximas de algo como “estratégias técnicas para evitar prejuízos com os ativos”.

Se você é um investidor novato, que tem alguns papéis em Tesouro Direito, um CDB do seu banco ou até mesmo previdência pode achar que isso é bobagem. Mas, se é alguém que quer ganhar dinheiro e aplica em ações da bolsa de valores, sabe a importância do tema.

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Afinal, você acha mesmo que quem ficou rico investindo na bolsa de valores é porque teve sorte? Na verdade, há vários casos de sucesso no Brasil. E o que essas pessoas concordam em dizer é que há formas de gerenciar os riscos, ou seja, diminui-los.

E para que você entenda por completo o assunto, criamos esse conteúdo. Nele vamos falar desde as definições do gerenciamento até mesmo algumas dicas para quem quer montar uma carteira de investimentos com mais potencial de ganho e menos riscos.

O gerenciamento de riscos

Se a gente não fosse focar em investimentos, poderíamos dizer que o gerenciamento de riscos nada mais é do que formas inteligentes e automatizadas de diminuir as chances de perda de uma empresa. Só que estamos falando de investimento.

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Então, saiba que a definição e a mesma. Só que ao invés de falarmos da empresa estamos falando da sua carteira de ativos. A ideia é simples: potencializar ganhos e diminuir riscos. Será que tem como mesmo? Vamos mostrar que sim.

Antes de qualquer coisa, no entanto, saiba que esse texto não é uma recomendação de compra de ações, títulos, papéis ou ativos. A ideia é que você comece a pensar em ter uma composição de investimentos que minimizem os riscos de perda no conjunto todo.

1 – O stop loss

No mercado acionário, o principal mecanismo para gerenciar riscos é o stop loss. Você sabe como ele funciona? É muito prático. É mais ou menos como definir um momento de parar e evitar perdas.

Assim, o trader (investidor) estabelece uma porcentagem que está disposto a perder e quando o valor chega nesse máximo, o mecanismo é ativo e o papel é vendido automaticamente. É algo como “vender agora antes que o estrago seja maior”.

E será que tem alguma regra? Estudando os especialistas e quem já teve sucesso na bolsa, saiba que jamais se deve perder mais do que 2% de todo capital aplicado. Se tiver perdas acima disso, então, você terá um problema, avaliam tais experts.

2 – O tamanho do investimento

Outra dica é sobre o tamanho do investimento que você está fazendo. Saiba que, em hipótese alguma, você deve comprar mais ativos do que o seu orçamento permite. A dica é simples: compre aos poucos, mas de forma regular. E nunca tudo de uma só vez.

Infelizmente, muitos traders iniciantes acabam fazendo compras de grande lote de uma só vez. Só que se houver perda, elas serão assustadoras. Então, opte por lotes menores, afinal, a bolsa de valores é variável, volátil e com baixa liquidez.

Não há muita maneira de explicar isso sem falar da prática. Mas, vamos trazer aqui um exemplo hipotético para você entender. Se tem R$ 10 mil para investir, tente observar os melhores exemplos de vários setores e divida a sua compra em 10 opções, por exemplo.

3 – O orçamento pessoal

Essa última dica pode até parecer boba demais, mas saiba que ter um controle financeiro pessoal equilibrado afeta diretamente nos seus investimentos. Isso porque investir dinheiro é algo racional, financeiro, econômico. Porém, ele está ligado às emoções.

Se você está com dívidas, por exemplo, pode ser que queira fazer uma aplicação para ganhar dinheiro rápido e acabe não analisando corretamente o mercado. Mas, se você está bem com a sua vida financeira, então, terá mais tempo e mais leveza para tomar decisões.

Sendo assim, a última dica é que você jamais faça compras de ativos sob pressão ou quando não estiver em um bom momento na sua vida pessoal, combinado? E antes de terminar a leitura, veja o último tópico, que fala justamente da importância de fazer esse gerenciamento.

Por que gerenciar os riscos nos investimentos?

Pode ser que você tenha lido o texto todo e entendido as dicas para gerenciar os riscos dos investimentos que você tem. No entanto, também pode ser que você tenha ficado com uma certa insegurança: será que é preciso disso tudo mesmo?

A verdade é que mesmo quando não notamos, nós somos influenciados pelos pensamentos, pelas publicidades e pelo nosso momento atual. Assim sendo, esses mecanismos de riscos nos ajudam a “nos colocar nos trilhos novamente”.

É aquela coisa que a gente fala como “fazer as coisas de cabeça quente”, sabe? Isso nunca dá certo. Por isso, esse gerencialmente é como se fosse um “pano frio na cabeça quente”. É uma forma de assegurar que perdas podem acontecer, mas não devem ser tão expressivas.

gerenciamento de riscos nos investimentos

E sem contar que não é nada de outro mundo considerar essas estratégicas que podem ser usadas por todos, mas especialmente por quem aplica em ações, onde há um maior risco de perda, devido às oscilações do mercado.

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