Formas que a religião levou aos maus tratos aos animais

Maus tratos aos animais é considerado uma das mais baixas e mais cruéis coisas que qualquer ser humano pode fazer. Em alguns casos, a religião e a superstição têm desempenhado um papel central em conduzir a humanidade para causar um grande dano a criaturas indefesas grandes e pequenas.

Aviso: Esta postagem contém fotos que podem ser perturbadoras para alguns leitores.




 Sacrifícios de cabras para Shakti

goat

Shaktismo é uma seita do hinduísmo, que se concentra na adoração da Mãe Divina Hindu, juntamente com vários consortes de Shiva e Vishnu. Uma dessas formas é a deusa Kali, consorte de Shiva. A deusa é conhecida por receber sacrifícios de animais, cabras em particular. Matar um bode no nome dela é usado para aliviar uma das emoções negativas, como medo, raiva e ciúme.

Um exemplo notável é a do Templo Kamakhya na Índia, um destino turístico popular. Lá, cabras e pombos são ritualisticamente sacrificado na frente dos espectadores estrangeiros.

O ato de sacrifício de animais já existe  séculos, e ao longo dos anos várias autoridades tentaram colocar um fim nisso com variados graus de sucesso. Por exemplo, o alto tribunal de Orissa impôs uma proibição de sacrifícios de animais, mas alguns distritos da província ainda conseguem contrariar a ordem.




Assassinos na tradição judaica

kosher

Comida kosher (alimentos que obedecem a lei judaica) segue as diretrizes rígidas baseadas na tradição judaica. Touros, vacas, ovelhas e outros animais devem ser humanamente abatidos por um Shohet - um açougueiro rabino ou tribunal judaico certificado de matar animais para alimento na forma da lei judaica. O Shohet executa um corte profundo na garganta do animal que o deixa instantaneamente inconsciente. Uma morte rápida e indolor ocorre meros momentos depois.

Muitos países têm leis que exigem que os animais sejam atordoados ou sedado antes de ser abatidos, mas uma isenção muitas vezes é concedida com base em práticas religiosas, como halal (a prática muçulmana). No entanto, em países como a Suécia e a Dinamarca, o animal deve ser sedado independentemente de crenças contraditórias.

O problema surge quando os chamados kosher não são exatamente kosher. Nos Estados Unidos, a PETA descobriu em 2004 e 2007 que alguns matadouros kosher (da tradição judaica) em Lowa e Nebraska violavam a lei tanto federal quanto de kosher, assassinando animais que estavam totalmente conscientes. Trabalhadores cortavam suas gargantas com um gancho para acelerar o processo de sangramento. Algumas das vacas foram vistas tentando se levantar quando o sangue fluía livremente.

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