Encontramos 5 diferentes formas para financiar os estudos na Europa

Se você nunca quis estudar fora do país, ao menos, deve conhecer alguém que tem a vontade de realizar esse objetivo. Não é mesmo? Então, esse assunto de hoje é para citar as principais alternativas que existem para quem quer financiar os estudos na Europa.

Logo, aqui temos uma ideia muito boa que vai além de viajar ou morar na Europa, já que tem a ver com fazer a carreira profissional (ou pelo menos iniciar ela) por lá. No entanto, não deve ser novidade alguma que é preciso fazer um investimento para isso, correto? Nem sempre.

Inclusive, você pode buscar conhecimento em faculdades distantes do Brasil tendo gastos bem menores do que imagina. A começar pelo financiamento do estudo, na graduação, na faculdade. Logo, vamos falar dessas formas de financiamento para estudar na Europa.

As 5 formas diferentes de financiar os estudos

De acordo com a Selo Belta, que fez uma pesquisa no ano passado, 2019, os destinos mais comuns para os estudantes brasileiros irem são: Canadá, Estados Unidos, Reino Unido, Irlanda, Austrália e Malta. Sim, Malta.

Para que você fique por dentro dessas possibilidades, nós fizemos uma lista com algumas formas de encontrar e contratar um financiamento para estudar na Europa.

1 – Financiamento próprio

A primeira opção vai depender apenas de você, obviamente. Como assim? Na prática, nós estamos falando do financiamento próprio. E para conseguir fazer isso, é preciso acumular patrimônio o suficiente para conseguir realizar o objetivo.

Mas, antes de mesmo de começar a poupar, é interessante descobrir o valor da passagem, hospedagem, universidade e todos os custos que terá durante todo esse período. A partir disso, então, poderá calcular o total e dividir pelos meses que antecedem sua viagem.

Muitas devem ser as atitudes que precisará tomar para alcançar esse objetivo. Entre elas, ter uma fonte de renda mensal, aprender a poupar, acabar com gastos supérfluos, estudar sobre investimentos e fazer o câmbio apenas quando for um bom negócio.

Além disso, quanto antes decidir que irá estudar na Europa, mais tempo terá para conseguir juntar o valor necessário para realizar a viagem dos sonhos e dos estudos.

2 – Financiamento familiar

Caso você não tenha com bancar seus estudos sozinho, a próxima opção é recorrer para uma ajuda familiar, que também pode ser uma boa saída. Nesse caso, os seus pais e familiares não vão lhe cobrar juros ou taxas pelo empréstimo. Ou vão?

De modo geral, eles verão que é por uma “boa causa” e irão exigir apenas que você dê seu melhor e realize os seus objetivos, especialmente sobre a formação acadêmica.

Com certeza, se você for uma pessoa esforçada irá se formar, arrumar um bom emprego e retribuir todo o carinho e confiança que recebeu das pessoas que ama. O financiamento familiar pode também ser um complemento para o financiamento próprio, além de tudo.

3 – Bolsa de estudo

Para não depender dos seus pais e ou de um financiamento particular, uma alternativa é buscar por uma bolsa de estudo de cursos no exterior. Atualmente, existem centenas de faculdades e escolas internacionais que disponibilizam tais oportunidades.

Para quem não sabe, a bolsa de estudo não é como um financiamento. Porque ela oferece descontos parciais ou integrais. Ou seja, são descontos mesmos e você não terá que pagar nada depois, nem mesmo juros ou algo do tipo.

As formas para se conseguir uma bolsa podem ser variadas. Por exemplo, você já ouviu falar do mérito acadêmico? Essa é uma delas. E tem ainda o fato de que algumas pesquisas cientificas podem ser ponto de partida.

Geralmente, os sites da Fundação Estudar, da Fundação Lemann e o Programa Santander Universidades oferece esse tipo de ajuda. O Governo Federal também disponibiliza bolsas através do Ciências sem Fronteiras, CAPES e CNPq, além de Fundações Estaduais.

4 – Prodigy Finance

Para quem não conhece ainda, saiba que a Prodigy Finance é uma instituição que trabalha junto às mais importantes escolas de negócio mundiais. Assim, proporciona empréstimos a pessoas que pretendem estudar fora do país.

No entanto, será preciso pesquisar para saber se a universidade que pretende entrar aceita esse financiamento. Em todo caso, muitas instituições europeias permitem o financiamento de mestrado nas áreas de negócio e até mesmo MBA.

Ah, e se você não conhece mesmo esse programa, saiba que ele permite ao estudante até 80% de todos os custos da faculdade. Inclusive, os custos de vida e da própria universidade ou escola que escolher. Logo, são várias as vantagens para quem assina esse financiamento.

5 – Financiamento de bancos e parcerias de universidades

A última alternativa que vamos apresentar é buscar por financiamentos de bancos ou até mesmo por instituições que são parceiras das universidades.

Descubra também sobre as possibilidades de credores que muitas faculdades possuem. Assim, serão possíveis muitos benefícios, como taxas de juros mais baixas, maiores prazos para quitar sua dívida e parcelas que ficarão bem mais em conta.

Nesse caso, alguns pontos são precisos serem analisados. Entre eles, se o empréstimo é internacional, quais são as modalidades de juros cobradas, podendo ser fixos ou variáveis e observar a Taxa Anual Efetiva Global – TAEG.

Além disso, avaliar suas reais condições de pagar a dívida, o período de carência, pois dependendo do valor que deverá pagar, se for muito curto, pode não valer a pena e por fim, ficar de olho em todas as condições que o credor vai exigir para abonar seu empréstimo.

Curiosidade – o financiamento do Santander para o curso de medicina

Como estamos falando de estudar em uma graduação, saiba que a gente noticiou aqui no blog sobre o financiamento estudantil que o Santander tem para custear o curso de medicina em várias universidades do nosso país. Conheça mais dessa opção de crédito.