Financiamento de carro sem entrada: saiba como realizar esse sonho

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Todo mundo sonha com o primeiro carro, ou até mesmo em trocar o antigo por um novo. Mas, nem todos tem condições de fazer um financiamento, por causa da entrada necessária na maioria das concessionárias brasileiras.

Sempre existe a presença de diversos fatores para a compra, muito além da marca e do modelo que é mais interessante. A forma de pagamento é a decisão que mais importa! Afinal, nem sempre é possível comprar carro sem entrada.

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Fazer um financiamento sem entrada chega a ser mais caro do que a opção em que o consumidor entrega valores iniciais ao banco. No entanto, ele é também uma das opções mais simples, pois funciona como um parcelamento comum.

carro
Foto: (reprodução/internet)

As linhas de crédito estão mais acessíveis e, isso é nítido para todos. Em algumas ocasiões, eles tem uma taxas de juros bastante atraentes para estimular o consumidor a fazer a compra.

Funciona dessa forma: consumidor comprará seu veículo e deverá pagar parcelas mensais ao banco, até quitar o valor acordado.

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Compra estilo Leasing 

Funciona como um compartilhamento de veículo, o banco compra o carro, enquanto você anda no carro e, durante o contrato, você pagará as prestações, até quitar as prestações

Quase um carro emprestado, sendo oficialmente do consumidor apenas quando todas as parcelas forem quitadas. Fazer leasing é uma alternativa interessante em parceria com o banco

Como o risco para os bancos é menor nessa modalidade, a taxa de juros é menor, o que torna as mensalidades mais baratas.

Consórcio sem entrada

Algumas das vantagens do consórcio é de que ele, em geral, não tem juros, e você ainda pode ganhar a qualquer momento, pelo sorteio. O lado negativo é que você só irá usufruir do carro quando for sorteado, ou quando concluir o pagamento e receber o bem.

O consórcio funciona como um grupo de financiamento, em que várias pessoas contribuem para um mesmo fundo. Esse fundo é gerenciado por uma operadora de consórcio. A operadora sorteia mensalmente uma carta de crédito, que consiste no valor total buscado pelo consumidor. 

Pagamento à vista

Sem dúvida, é a forma mais desejada por todos. Porém, sem chances para quem não guardou dinheiro ou pra quem não tem tanta renda disponível. Portanto, é quase impossível chegar em uma loja, escolher um carro e sair dirigindo sem precisar fazer um financiamento.

Mais uma forma que pode acabar saindo mais em conta na hora de comprar o seu carro é pagando a vista, afinal:

  • Diminui a perda na desvalorização;
  • Não demanda pagamento de juros pela disponibilidade de crédito;
  • Não compromete o orçamento mensal com a compra;
  • Não exige que o carro seja dado como garantia de pagamento para a financeira;
  • Permite uma melhor negociação na hora de fechar o negócio.

Compra sem entrada

Apesar de não ter entrada, o valor pago pelas prestações é ainda mais alto. Pois, normalmente, as concessionárias pedem um sinal de entrada de 20% do valor do veículo. Caso esse sinal não seja pago antecipadamente, é diluído nas prestações e também é acrescido da taxa de juros.

Para quem não tem uma reserva de dinheiro para comprar o carro, essa é uma excelente opção de pagamento, uma vez que não é preciso dar um valor para a entrada. Além disso, o cliente pode prolongar o prazo de pagamento para não se comprometer com prestações mais altas.

Conclusão

Fique atento na negociação, pois, em sua maioria, as concessionárias praticam taxas de juros diferenciadas para os clientes que pretendem financiar o valor total do veículo.

A aprovação de crédito também tende a ser mais burocrática, já que para as financiadoras o risco de prejuízo é ainda maior. Então, elas são mais rigorosas na hora da análise financeira do cliente.

Outro fator que precisa estar bastante claro para o consumidor na hora da compra é que, devido às taxas de juros mais altas e aos prazos mais longos para pagamento, no final das contas é possível que o cliente pague o dobro do valor do veículo.

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