Essa é a história que não foi inserida na Bíblia e pouca gente conhece

A Bília Sagrada é composta por outros 27 livros, reunidos de forma gradual. De modo que suas histórias e fatos datam de tempos muito antigos, muitos de seus livros se perderam com o tempo e algumas modificações foram feitas nos que sobreviveram ao longo dos tempo.

Seu nome “Bíblia” surgiu de um dialeto grego, o Grego Koiné, utilizado durante a Antiguidade Clássica, período no qual o Novo Testamento foi escrito, e significa “livros”. Ela é composta por duas partes, o Antigo Testamento, conhecido como Bíblia Judaica, e o Novo Testamento, reconhecido apenas pelos cristãos. Por ser a reunião de diversos livros em apenas um, ela possuí aqueles que chamamos de livros canônicos que a compõem.

No entanto, ortodoxos, católicos e a maior parte dos protestantes discordam quando o assunto é à quantidade de livros canônicos e a identidade específica de cada um deles.

Por este motivo, alguns textos que se apresentam como parte da Palavra de Deus nunca foram incluídos na Bíblia por haver dúvidas quanto a sua autoria e ortodoxia.

Mesmo com essa limitação, esses livros ainda circulam no meio em que vivemos, um exemplo de apócrifo é o Evangelho de Pedro, que não deve ser confundido nem com os Evangelhos segundo Marcos, segundo João, segundo Mateus e segundo Lucas ou com as suas Epístolas atribuídas a São Pedro. Outro exemplo de apócrifo é o Evangelho de Judas, que causou muita há alguns anos por apresentar uma visão favorável da atuação do Apóstolo acusado de trair Cristo.

Até mesmo o Livro de Apocalipse, uma obra profética e também uma das mais assustadoras e enigmáticas da Bíblia, cita alguns desses textos não inclusos. Porém, algo que poucas pessoas sabem é da existência de outro Apocalipse, este supostamente escrito por São Pedro, que a Igreja Católica considera o primeiro papa.

Originalmente acreditava-se que o texto estava perdido para sempre, sendo reconhecido apenas através de referências feitas a ele em outros textos. Mas para a nossa sorte, as escavações levadas a cabo no Egito no final do Século XIX, nos contemplaram com uma cópia incompleta do livro escrita em grego. No começo do século seguinte, outra versão, escrita em etíope, foi encontrada, porém as duas continham significativas divergências entre elas.

O texto apresenta um diálogo ente Jesus Cristo e seus discípulos sobre os acontecimentos que marcariam o fim dos tempos. Nele, são mencionados o Céu, aonde os justos viverão felizes entoando louvores a Deus, e o Inferno, onde os ímpios serão punidos de acordo com seus pecados.

Por exemplo, os adúlteros e as adúlteras, segundo o livro, serão pendurados sobre lagos ferventes, com diversas pessoas presas pelos pés e pelos cabelos. Os homicidas e seus cúmplices serão lançados em um poço cheio de cobras e outros répteis. Os blasfemadores, segundo o livro, serão enforcados por suas línguas sobre o fogo.

Embora possa parecer assustador, não podemos confirmar realmente se esses textos são verídicos, mas não deixa de ser interessante e nos fazer pensar se realmente tudo o que temos hoje é realmente o que deveríamos ter de informação.

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