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Como o corpo dos faraós era embalsamado

O antigo Egito esconde e preserva milhares de mistérios, crenças e rituais que ninguém consegue decifrar, todas essas dúvidas acabam deixando a cabeça das pessoas confusas, uma vez que existem milhares de questionamentos e poucas respostas. Sendo assim, vamos desmitificar uma dessas incógnitas, afinal, como o corpo dos faraós era embalsamado?

Como dissemos no início do artigo, o embalsamento era uma prática bastante comum no Antigo Egito. Normalmente, passavam por esse processo, pessoas de grandiosa importância para o lugar.

Para iniciar o embalsamento do corpo, eram retirados os intestinos, o cérebro e os demais órgãos vitais do cadáver. Nas cavidades que surgiam eram colocados diversas resinas aromáticas e perfumes. Feito isso, esses cortes eram fechados e o morto era colocado em uma espécie de tanque com nitrato de potássio. Isso fazia com que a umidade do corpo fosse totalmente absorvida.

O corpo ficava nesse tanque por cerca de 70 dias, passado esse tempo, o cadáver era removido do recipiente, lavado e enrolado com um material feito de algodão e embebido com betume (uma substância pastosa), esse tecido era bastante semelhante a bandagem.

Após a finalização de todo esse processo, o corpo era colocado em uma tumba, fazendo assim com que o cadáver fosse conservado por séculos, a fim de que permanecesse intacto.

A múmia do Faraó Ramsés II, que foi o responsável por reinar o Egito em 1279, foi encontrada em 1881. Com os cabelos e dentes intactos, o corpo apenas apresentava a pele ressecada, mostrando assim a eficácia do embalsamento.

Quem aí tem o desejo de passar por esse processo quando passar dessa para melhor?

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