A ciência evolutiva por trás do beijo

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Cientificamente falando, o beijo é uma troca corporal de líquidos e bactérias. Porém, a troca afetiva não significa somente isso, existem muito mais coisas por trás de um simples beijo do que você possa imaginar.

Há mais ou menos 2.500 anos antes de Cristo, as pessoas já tinham o costume de beijar seus companheiros. O ato pode ter surgido, ou evoluído, da já conhecida forma de alimentação de primatas aos seus filhotes: mastigar a comida e “cuspir” na boca deles, realizando assim uma troca alimentícia.

A começar pelo volume labial dos seres humanos para chamar a atenção uns dos outros, estudos apontam que homens são atraídos por mulheres que pintam seus lábios de vermelho, assim como macacos que também são atraídos pelo mesmo mecanismo, porém, localizado lá embaixo. A teoria evolucionista afirma que os humanos desenvolveram lábios devido a seu novo posicionamento bípede, deixando os lábios levemente similares ao das vaginas ancestrais femininas.

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A cada beijo são disparados estímulos nos 12 pares de nervos cranianos, ativando dessa forma, uma série de músculos que se contraem, proporcionando a ação do beijo. Passamos mais de 20 mil minutos praticando esse ato tão prazeroso durante a vida.

E por que beijar é tão bom? A ciência explica que pelo aumento da sensação de bem estar, favorecido pela produção de hormônios produzidos nesse momento há diminuição do stress e depressão.

Entenda:

A dopamina, um poderoso estimulante cerebral (parecido com algumas drogas) é produzida em maior quantidade, estimulando o corpo a liberar adrenalina e noradrenalina no sangue, oxigenando ainda mais o cérebro, pelo aumento dos batimentos cardíacos, diminuindo o cortisol, substância abundante em indivíduos depressivos.

Em outras palavras, o beijo é um poderoso antidepressivo. Então bora beijar e compartilhar esse post com seus amigos!

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