A ciência dos alimentos: feijoada #20

Sim, queridos leitores. E para falarmos dela, nada melhor do que uma breve historinha. Preparados? Vamos lá!

Como tudo começou

Bom, e diferente do que muitos imaginam a feijoada não é um prato recente. Muito pelo contrário. Seu incremento, aliás, a partir dos séculos XVIII e XIX.

Difundida pelas massas, é ainda cultuada em diferentes cidades brasileiras. As mais conhecidas, por sinal, Salvador e Rio de Janeiro.

Não menos importante, a notável Belo Horizonte. Sinônimo, todavia, de requinte e de qualidade.

Voltando ao prato, ele é também servido em diferentes ocasiões. Sua venda é claro, em ambientes como bares e festivais temáticos.

Entre seus acompanhamentos, diversos alimentos. Da tradicional couve, passando por farofas e quitutes diversos.

Os ingredientes

E para o seu preparo, diversos são os ingredientes selecionados. Entre os mais famosos: o feijão preto e a carne de porco. A carne, por sua vez, acrescida de linguiças defumadas ou portuguesas.

Em outra vertente, os temperos específicos. Cada qual, aliás, fornecendo sabor e originalidade ao prato.

Apetitosa, a feijoada poderá ser degustada em diferentes momentos. O mais emblemático, sem dúvida, o almoço de domingo.

Adorada por muitos, é também servida nos mais diferentes recantos. Em Portugal, por exemplo, apelidada de “Poveira”.

Por aqui, a iguaria é cada vez mais difundida. Seus adeptos, digamos assim, as crianças, adultos e idosos.

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