CDB ou Tesouro Direto – confira 5 dicas para escolher o melhor

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Todo novo investidor fica com dúvidas na hora de escolher entre um ativo e outro. Sendo assim, uma delas surge logo na renda fixa. Afinal, será que é melhor CDB ou Tesouro Direto? A gente fez um estudo para encontramos a resposta para isso.

Inclusive, encontramos 5 formas de estudar a perguntar, analisando o perfil de investidor, o aporte inicial que será feito, a frequência do investimento, a liquidez do ativo e, obviamente, a rentabilidade final de cada produto financeiro.

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Ao falar sobre cada um desses pontos, você também fica conhecendo mais sobre esses produtos financeiros da renda fixa. Ou seja, ambos são para pessoas mais conservadoras, que não querem correr riscos de perda. Saiba tudo sobre eles.

1 – PERFIL

A primeira coisa é a gente analisar o perfil do investidor. Mas, como já informamos acima, isso não vai nos dar uma melhor resposta porque ambos produtos são da renda fixa, isto é, seguros. De qualquer modo, antes de investir sempre se deve considerar o perfil da pessoa.

Você pode ser alguém que não queira correr riscos de jeito algum ou pode pensar em ser um pouco mais agressivo. Até mesmo porque o Tesouro tem vários ativos (IPCA, Selic, Prefixado) enquanto o CDB pode ser de liquidez diária ou médio prazo.

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2 – APORTE

O próximo ponto para escolher entre o CDB ou Tesouro Direto é você analisar o aporte inicial que será feito no seu ativo. Isso sim vai ser bastante importante já vai poder te dar uma ideia da resposta ideal para você.

Por exemplo, no Tesouro Direto dá para aplicar com valores a partir de R$ 30. E no CDB você encontra ativos com valores a partir de R$ 10. Porém, isso não é comum. O mais tradicional são CDBs que partem dos R$ 1 mil.

Portanto, se você não tem muito dinheiro para investir no começo, saiba que o Tesouro vai acabar sendo mais vai viável do que o CDB. Mas, isso não é tudo, você ainda deve analisar outros pontos. Vamos lá.

3 – FREQUÊNCIA

Mais uma forma de encontrar a melhor resposta é analisando a frequência de aportes que você fará no seu ativo. Novamente, saiba que o Tesouro pode levar vantagem, justamente porque permite aplicações de R$ 30.

Enquanto isso, você pode encontrar um CDB de R$ 1 mil para aporte inicial e que pode receber aportes mensais de, a partir, R$ 100, por exemplo. Mas, novamente lembrando, isso vai depender muito do título do banco, que é o CDB.

4 – LIQUIDEZ

A liquidez é aquele prazo que permite um resgate rápido ou mais demora do dinheiro. Sendo assim, a gente tem um CDB com liquidez diária, que permite o resgate no mesmo dia. E temos CDBs com prazos maiores, de anos.

Do lado do Tesouro, vale a mesma ideia: a gente tem o Tesouro Selic, que acompanha a Selic, e faz com que no resgate, independente de quando seja, você não perca rendimentos. Já no caso do Tesouro Inflação e Prefixado, você tem que seguir um prazo final.

Portanto, considere que ambos podem ser boas escolhas para você. O segredo é sempre respeitar o prazo final – se você tiver um. Isso evita que você perca rendimentos.

5 – RENTABILIDADE

Por fim, temos que analisar a rentabilidade dos ativos para escolher entre o CDB ou Tesouro Direto. E, nesse caso, na maioria das vezes, o CDB acaba levando vantagens. De qualquer forma, é preciso analisar para evitar uma escolha errada.

Por exemplo, a gente não pode comparar um Tesouro IPCA (que é o da inflação e para o longo prazo) com um CDB com liquidez diária (que é para o curto prazo). Mas, podemos comparar um Tesouro Prefixado 2026 com um CDB para daqui 5 anos, por exemplo.

Aí, não tem jeito: você tem que fazer as contas para saber qual é o melhor. Até mesmo porque ambos têm custos, como vamos falar abaixo.

Exemplo entre os produtos!

Ante de terminarmos, trouxemos um exemplo real aqui para você entender. Temos um CDB 112% do CDI do banco BMG de 1096 dias (3 anos). E vamos comparar com um Tesouro Prefixado 2023 (3 anos também). Assim, usamos um aporte inicial de R$ 10 mil.

No caso do CDB do banco BMG, a gente tem um valor bruto de R$ 11.463,96. Com um IR de 15%, que tira R$ 219,59 do rendimento. O custo é zero. Então, o saldo líquido fica em R$ 11.244,36.

Do lado do Tesouro, temos um valor bruto de R$ 11.586,01. Assim, temos o desconto do IR de 15%, que dá R$ 223,96. Já a taxa de custódia fica em R$ 92,97. Por isso, o saldo líquido fica em R$ 11.269,09.

Então, o Tesouro acaba sendo um pouco melhor: R$ 24,73 a mais.

CDB ou Tesouro Direto

Bônus – os custos

A gente terminou de falar dos tópicos que podem explicar e mostrar para você qual é o melhor ativo para hoje. Isso vai depender da sua realidade atual, do seu aporte, do seu prazo, etc. Agora e quanto aos custos?

Na hora de escolher entre o CDB ou Tesouro Direto, saiba que os custos deles são bem próximos. No caso do imposto de renda, ambos seguem a tabela regressiva. Assim, quem investe por mais tempo, paga menos imposto.

Temos tem o IOF, que também é igual para ambos: ele é pago por quem investe por menos de 30 dias. E ambos podem ter taxas de administração (mas que a maioria das corretoras costumam zerar dos investidores – e os bancos é que cobram).

Por fim, apenas o Tesouro cobra a taxa de custódia, que vai para a bolsa de valores. Mas, algumas corretoras também isentam esse custo de alguns investidores. Porém, nem todas, ok!

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