7 castigos mais severos já feitos em escolas

Métodos de punição para alunos que faziam bagunça nas aulas, e acredite, eram métodos realmente tortuosos e cruéis.

Constantemente escutamos casos de agressões que ocorrem em escolas, seja por parte de alunos ou professores. Infelizmente é uma realidade triste e vivenciada por muitos aqui no Brasil.
Nosso sistema educacional percorreu um caminho muito longo para conseguiu chegar ao formato que conhecemos hoje, e por mais que muito ainda precise ser feito, sabemos que por outro lado, muita coisa também melhorou.
Se engana quem acha que isso não existe mais! Infelizmente, casos de punição em escolas tem surgido de forma cada vez mais frequente.

1 – Palmatória

7 castigos mais severos já feitos em escolas

A palmatória não poderia deixar de ser o primeiro item de nossa lista. Por mais que você não tenha vivido neste período, certamente já ouviu falar a respeito. Acontece que as coisas podiam ser muito piores do que as simples histórias que parentes nos contam.
Era geralmente um artefato de madeira com alguns furos e uma haste, sempre utilizada para golpear a mão de alunos que não tinam um desempenho muito bom ou que atrapalhavam as aulas. Era uma punição dolorosa e que os alunos sempre temiam de medo, mas também, não é pra menos…

2 – O cone da vergonha

7 castigos mais severos já feitos em escolas

A Flórida parece ser o lugar em que os professores adoram desenvolver seus próprios métodos de disciplina. Depois de ter assistido um filme com seus alunos em sala de aula, a professora Laurie Bailey-Cutkomp decidiu adotar um “cone da vergonha” como uma forma de punir seu alunos.
Provavelmente você já deve ter visto aquela grande coleira de plástica usada em cães para evitar que eles entrem em contato com ferimentos ou algo do tipo… Era exatamente isso que a professora usava em seus alunos.
Paralelamente ela trabalhava como veterinária em uma clínica, portanto, teria à sua disposição alguns equipamentos como este. Levou um deles para a escola e passou a usar em seus alunos que perturbassem as aulas.
Ela conta que não tinha intenções reais de envergonhar os estudantes, e que aquilo era apenas uma forma de diversão para eles, porém, felizmente a escola não achou nenhuma graça na atitude da professora, até porque, muitos dos alunos que passavam por aquela situação sofriam com colegas tirando fotos e postando em redes sociais.
Depois de certo tempo, Bailey-Cutkomp teve uma suspensão não remunerada decretada, correndo ainda o risco de perder o emprego.

3 – Comer no chão

7 castigos mais severos já feitos em escolas

“Não adianta chorar sobre o leite derramado” pode ser um ditado refutado por alguns alunos da Escola Primária Charles Sumner, em Nova Jersey. No ano de 2009, alunos do quinto ano foram obrigados a comer seu almoço no chão depois que um dos estudantes deixou uma jarra de água inteira cair enquanto a recarregava no refrigerador.
Quando o caso chegou aos ouvidos de autoridades, o vice-diretor da escola disse que apenas estavam faltando assentos para comportar todos os alunos, o que era bem controverso, visto que os alunos tinham sua comida servida em um pedaço de papel, a única coisa para separá-la do chão.
A punição durou cerca de 10 dias e passou a envolver até alunos que não estavam presentes no dia da queda da jarra. O corpo docente da escola ainda fazia ameças dizendo que se alguém contasse sobre aquilo, seriam punidos de forma pior.

4 – Ter o rosto desenhado com marcador permanente

7 castigos mais severos já feitos em escolas

Aprender a ler pode não ser tarefa muito fácil para algumas crianças e sempre tem aquelas que demoram mais nesse processo, por isso é necessários que pais e alunos os estimulem da melhor forma possível.
Bom, talvez a forma de estímulo encontrada pelo professor Summer Larsen, da quarta série, em uma escola do estado americano de Idaho, não tenha sido a melhor.
Aqueles alunos que não conseguiam ler de forma fluente eram marcados com um marcador permanente. Ele autorizava que outros alunos usassem esses marcadores sobre o corpo e rosto daquele que não era bom na leitura.
Mas para piorar a situação, era feita uma espécie de tortura psicológica. Larsen perguntava para a criança se ela preferia ficar sem o recreio (pior coisa para uma criança!!), ou ser marcada… 6 crianças escolheram a última opção.
Os pais obviamente não estavam nada satisfeitos com a situação, vendo que seus filhos voltavam da escola parecendo um livro de colorir. Foi aí que abriram um processo contra a escola.

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