Leia esse passo a passo e descubra como montar uma carteira de renda fixa diversificada

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A renda fixa é um tipo de aplicação que tem a segurança como principal característica. Ainda assim, considere que dá para criar uma carteira de renda fixa diversificada, considerando especialmente a motivação de potencializar ganhos sem aumentar os riscos.

Só que para isso, além de conhecer os produtos e ativos dessa renda, é importante que você saiba que existem outros pontos a serem estudados. Por exemplo, saber qual é o seu momento financeiro atual, o seu perfil e muito mais.

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Pensando nisso, nós fizemos esse passo a passo para você entender quais os pontos principais que devem ser considerados antes de você sair por aí comprando um monte de títulos públicos e créditos privados. Bora lá fazer essa autorreflexão?

O passo a passo da carteira de renda fixa diversificada

Ah, considerando que cada tópico desse é uma espécie de dica ou passo, sendo que quando seguidos de forma regular, com certeza, você aumenta as suas chances de fazer uma boa escolha financeira ao comprar um ou outro ativo para compor a sua carteira.

O atual momento financeiro

A primeira coisa é você entender o seu atual momento financeiro. E aqui parece não haver muitas dúvidas de que esse deve ser o seu primeiro passo. Porque se você tem dívidas, se tem reserva financeira, se tem casa, se já tem ativos… Tudo pode mudar com as respostas.

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Então, faça essa autoanálise e entenda em qual momento da vida você está. Talvez esteja com um emprego fixo, pensando em filhos, com carro na garagem da sua casa. Ou simplesmente pode ser que você tenha um monte de boletos para pagar ainda, todas atrasadas.

Note que são dois cenários distintos, o que vai trazer escolhas diferentes para as compras de ativos também. Por isso, essa análise é tão importante. Aliás, tente observar se você está na fase de poupar, de acumular ou de rentabilizar o seu patrimônio.

O perfil de investidor

Esse segundo passo também pode parecer simples demais. No entanto, mesmo que estejamos falando da renda fixa, saiba que é ideal que você saiba até pode ir. Há um espaço muito grande entre o investidor ultraconservador e o mais arrojado.

É ideal fazer estudos para saber qual é o seu perfil. A ideia é que você sempre se lembre de ver o seu atual momento para fazer essa outra análise. Afinal, conforme você sai das dívidas, a tendência é que o seu perfil comece a progredir.

Em resumo, e mesmo que não seja uma regra, considere que na maioria das vezes, quem tem dívidas deve começar por um perfil mais conservador mesmo, sem sair da renda fixa. Já para quem tem uma vida financeira estável, partir do moderado pode aumentar os ganhos.

As classes de ativos

Um próximo ponto importante é você entender quais são as classes de ativos que existem no mercado financeiro do Brasil. Por exemplo, a renda fixa é uma delas, obviamente. Mas, ainda existem outras opções e nem todas são tão arriscadas como a gente costuma pensar.

Por exemplo, a renda variável, do mercado de ações sim. Essa é bem arriscada porque o preço das ações varia muito e você pode ganhar e perder dinheiro em questão de horas ou dias. Mas, temos os multimercados, que conseguem alinhar a renda fixa com a variável.

Isso faz com que a volatilidade dessa categoria seja bem menor. Temos ainda as previdências, os fundos imobiliários, os fundos de câmbios, os de dólar, de ouro e por aí vai. É importante você saber, pelo menos, quais delas existem e quais podem ser boas para você.

Os ativos bons para você

Seguindo nessa trajetória de montar uma carteira de renda fixa diversificada, veja que vai ser importantíssimo que você conheça todos os títulos dessa renda. Porque a gente sempre fala em Tesouro Direto e CDB.

No entanto, a variação é muito maior do que isso. Por exemplo, temos as debêntures, que são valores imobiliários de sociedades anônimas. E as Letras de Câmbio, que são instrumentos que financeiras usam para captar dinheiro.

E tem até um que é bem diferente e pouco conhecido, chamado de DPGE, isto é, Depósito a prazo com garantia do FGC. Eles são de instituições financeiras também e como o nome sugere tem garantia de procedência, se assim podemos dizer.

A proporção de cada ativo

Para terminar, considere que se a gente vai focar apenas em renda fixa – deixando de lado a renda variável, multimercado e outros – ainda assim teremos uma série de títulos para serem comprados. A ideia é que você conheça cada um deles.

Porque esse passo aqui diz que você tem que saber escolher a proporção deles para a sua carteira. Por exemplo, de um modo geral, aqueles ativos que não tem a garantia do FGC costumam ser mais rentáveis.

Há ainda aqueles que são mais para o longo prazo e outros com ótima liquidez. Sendo assim, por isso você tem que considerar os passos anteriores. Agora, você tem que saber qual é o melhor ativo para você ou quais os melhores.

Bônus – construindo a carteira diversificada

Seguindo essas dicas, você vai comprar ativos diversificados de forma correta. A ideia é que você faça um balanceamento entre os ativos. Isso não quer dizer comprar um pouco de cada. Mas, conseguir unir os de longo prazo com os de curto, os com selo FGC e sem selo.

carteira de renda fixa diversificada

É justamente essa diversificação que vai fazer com que você mantenha a carteira conservadora, ou seja sem muito risco e mesmo assim consiga ganhos superiores.

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