Mulher britânica afirma ser alérgica ao Wi-Fi e precisa dormir com uma coberta especial

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Há pessoas que têm alergias comuns, como pólen ou mudanças sazonais; mas há outras que são muito sensíveis aos problemas de que todos gostamos.

Por exemplo, existem pessoas que não podem comer certas guloseimas e alimentos, como chocolate, marisco ou abacate (que pena), e acreditávamos que suas vidas deveriam ser muito tristes. Mas o caso de Rosi Gladwell é o auge da sensibilidade: ela diz que se sente mal por causa das redes de internet sem fio.

Mulher britânica afirma ser alérgica ao Wi-Fi e precisa dormir com uma coberta especial

Rosi é uma britânica de 79 anos que vive na Espanha. Um dia ela começou a sentir sintomas de fraqueza, falta de ar, dor de cabeça, tontura e uma sensação de “agulhas’ no rosto. Ele não sabia o que havia de errado, até desconectar o modem da casa e desligar todos os telefones celulares.

Ele se sentiu melhor, então concluiu que é alérgica ao Wi-Fi e à radiação eletromagnética. Isso aconteceu seis anos atrás e, desde então, ela tomou muitas precauções para cuidar de sua hipersensibilidade peculiar aos sinais sem fio, pois apenas alguns minutos são suficientes para que ele se sinta mal se estiver perto de um.

Mulher britânica afirma ser alérgica ao Wi-Fi e precisa dormir com uma coberta especial

Ele explica que precisa dormir com um lençol especial, tecido com fios de prata e cobre que lhe custam US $ 495, para se livrar dos sinais sem fio. Cada vez que ela sai deve carregar seu cobertor especial para se cobrir.

Além disso, ela carrega um medidor de onda portátil todos os dias e, quando vai a um restaurante ou café, precisa procurar o local com as menores taxas de eletro-magnetismo para evitar se sentir mal.

Mulher britânica afirma ser alérgica ao Wi-Fi e precisa dormir com uma coberta especial

Atualmente, Rosi mora com o marido em uma cabana no meio do campo, longe das cidades e dos sinais wifi. Um de seus medos é que ela não sabe o que acontecerá com sua saúde quando a rede 5G atingir proporções mundiais.

De acordo com o especialista Alejandro Úbeda, chefe do Serviço de Bioeletromagnética do Hospital Universitário Ramón y Cajal, em Madri, estima-se que 5% da população mundial possa ter sintomas relacionados à alergia a ondas eletromagnéticas.

Mulher britânica afirma ser alérgica ao Wi-Fi e precisa dormir com uma coberta especial

Aparentemente, essa mulher alérgica ao Wi-Fi não é a única no mundo que sofre da estranha hipersensibilidade. No entanto, a Organização Mundial da Saúde ainda não incluiu essa alergia em seu catálogo de doenças.

Talvez todos pudéssemos viver perfeitamente sem comer chocolate ou abacate, mas ninguém sobreviveria sem o celular conectado a uma rede Wi-Fi.