Os 10 assassinos mais perigosos da história do Brasil

Pessoas violentas estão presentes em qualquer lugar do mundo, invadindo ou eliminando a liberdade de outros por meio de atos cruéis, geralmente, desencadeados por ira, distúrbios mentais ou mesmo prazer por parte do praticante. As motivações podem ser inúmeras e perturbadoras. 

Os crimes da rua Arvoredo

Em 1864, a Rua Arvoredo (que hoje é rua Coronel Fernando Machado), na cidade de Porto Alegre, foi palco de uma série de crimes horrendos. Acredita-se que o casal José Ramos e Catarina Palse, junto com o açougueiro Carlos Gottlieb Claussner, foram responsáveis por assassinar, esquartejar e usar a carne das vítimas para a produção de linguiças que eram vendidas à elite da população local.

Os crimes da rua Arvoredo

O desaparecimento de um comerciante e seu caixeiro foi o início da investigação que levou a uma visita onde o casal morava. No terreno, foram encontrados corpos de diferentes idades e de um cachorro. As motivações para os assassinatos variam de assalto à ocultação de provas.
A história possui diferentes versões, pois todo o registro foi manuscrito e de difícil compreensão devido ao português da época, além da boa parte que se perdeu ao longo do tempo. A história foi contada em diversos livros, entre eles, “O maior crime da Terra” (Editora Sulina, 1996), pelo historiador Décio Freitas.

Os crimes da rua Arvoredo 1

O Filho da Luz

No Rio de Janeiro, final da década de 20, Febrônio Índio do Brasil, se auto-intitulou como Filho da Luz foi um serial killer que abordava rapazes com a promessa de um emprego e depois de capturá-los, tatuava seus corpos, estuprava e, em seguida, os executava. A motivação teve início em 1920, quando Febrônio estava preso e submetido a sessões de terapias ocupacionais. Em seu tempo livre, era um leitor assíduo da bíblia. Ele contou que teve uma revelação de uma mulher que o escolheu como Filho da Luz, e que ele deveria distribuir a mensagem de que Deus não estava morto. Para isso, ele deveria marcar rapazes com as letras D C V X V I, que significam Deus, Caridade, Virtude, Santidade, Vida, Ímã da vida. Além disso, tatuou em si mesmo as letras D C V X V I e os dizeres “Eis o Filho da Luz”.

O Filho da Luz

O Maníaco do Parque

Francisco de Assis Pereira se passava por olheiro de modelos no Parque do Estado, em São Paulo, em 1998. Ele afirmou que convencia facilmente as vítimas oferecendo um ensaio e um cache alto, prometendo uma vida dos sonhos. Seus atos com as vítimas incluem tortura, estrangulamento, estupro e canibalismo. A apuração das vítimas em certos casos foi difícil devido às condições que eram encontradas no parque. Ele se responsabilizou pela morte de 9 mulheres, entretanto, as investigações afirmam que esse número é ainda maior. Em julgamento, foi condenado a 274 anos de prisão e jurado de morte pelos internos. Ele afirma que sofria de distúrbios psíquicos e que muitas vezes se forçava a não sair de casa para cometer os crimes.

O Maníaco do Parque

Pedrinho Matador

Pedro Rodrigues Filho é conhecido como Pedrinho Matador, com seu primeiro assassinato aos 14 anos. De sangue frio, ele assassinou aqueles que considerava como “pessoas más” e diversas vezes matou por vingança. Em um de seus atos de vingança, matou o próprio pai a facadas, arrancou seu coração, mordeu um pedaço e cuspiu logo em seguida. A vingança foi motivada pelo assassinato da mãe causado pelo próprio pai, que a executou a golpes de facão. Há 76 mortes confirmadas, mas Pedrinho afirma que já matou mais de 100 pessoas. Já passou por diversas penitenciárias por ter assassinado vários companheiros de cela e atualmente está preso em São Paulo, na penitenciária 2 de Franco da Rocha. Atuou principalmente entre os anos de 1960 e 1970.

Pedrinho Matador

O Assassino dos meninos emasculados do Maranhão

O mecânico Francisco das Chagas Rodrigues de Brito foi considerado um dos piores assassinos do Brasil e o caso ainda teve repercussão internacional. Entre os anos de 1989 e 2004, quando foi preso, assassinou cerca de 40 meninos, com idades que variam de 4 a 15 anos. 
O assassino tinha um perfil específico para escolher suas vítimas: eram sempre crianças do sexo masculino e de baixa renda. Ele oferecia comida ou brincadeiras às crianças para atraí-las a lugares desertos, em seguida, as estuprava e na maioria das vezes, praticava mutilação envolvendo a retirada de seus órgãos sexuais, orelha ou dedos, que ele guardava consigo como lembrança. Foi condenado a um total de 385 anos, depois de diversos julgamentos, sendo preso em 2004.

O Assassino dos meninos emasculados do Maranhão

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