Afinal, celular faz mal a saúde?

Essa discussão, tão velha quanto o próprio aparelho que surgiu em 1947, era algo que preocupava as pessoas em diversas partes do mundo, afinal, usar o celular, durante todo o dia, virou um hábito humano banal. Mas agora, depois de 11 anos, nós temos a resposta para essa questão.




Celular

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A verdadeira história do celular começa antes do século XX. Ainda em 1888, Heinrich Hertz conseguiu enviar códigos através de ondas eletromagnéticas, abrindo o caminho para a comunicação sem fio.

No ano de 1914, a primeira ligação intercontinental, sem fio, foi realizada. Depois disso, a tecnologia cresceu “rapidamente”. Em 1947, a empresa Bell desenvolveu o sistema que daria suporte aos celulares. Esse esquema previa o uso de antenas locais, que formariam células capazes de retransmitir o sinal. Foi essa forma de divisão em células que deu o nome aos aparelho que iriam surgir.

Em 1956, a Ericsson surgiu com o primeiro aparelho celular comercial, que pesava 40 quilos e vinha em uma maleta. Quase vinte anos depois, o “celular de verdade” apareceu para o público, era o Dynatac 8000X, feito pela Motorola. O aparelho pesava quase um quilo e tinha 25 centímetros de altura, por 7 de largura, porém, mesmo assim, seu sucesso foi grande e acabou entrando para a história.

DynaTAC8000X

Em 1989, existiam 4 milhões de pessoas, em todo o mundo, usando celular. Em 2009 esse número já batia a casa dos 4,6 bilhões e não parou de crescer.




Faz mal?

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Um estudo feito pela Mobile Telecommunications and Health Research Programme (MTHR), contando com mais de 31 pesquisas individuais e um investimento de 50 milhões de reais, vindos do governo inglês e iniciativa privada, trouxe um dos resultados mais confiáveis sobre os efeitos dos celulares nos humanos.

Após 11 anos de observações, medições e acompanhamento de pessoas em diversos países, foi descoberto que os celulares e também as transmissões de televisão não fazem mal aos seres humanos. Nem mesmo as mulheres grávidas escaparam do estudo, que revelou não haver ligação entre problemas infantis e aparelhos celulares.

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