“Curiosidades curiosas” sobre o beijo #2

Não existe pessoa que não goste de um bom beijo, afinal poucas coisas nesse mundo são melhores. Por isso vamos conhecer algumas curiosidades sobre essa delícia:




Nem todo mundo beija

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Apesar do beijo ser algo comum em todos os cantos do mundo, existem algumas culturas que não são adeptas ao beijo na boca.

Pessoas de certas regiões do Sudão não possuem o costume de beijar, pois elas acreditam que a boca é a janela da alma. Sendo assim, segundo as crenças locais, um beijo daria a oportunidade de alguém roubar sua alma.

Outro povo que não é adepto do beijo são os esquimós, porém sua escolha não tem nada a ver com crendices. Eles não costumam se beijar devido ao frio. Como sempre andam com todo o rosto coberto, deixando apenas o nariz e os olhos de fora, os esquimós são impossibilitados de beijar. É por isso que o famoso beijo de esquimó, aquele onde duas pessoas esfregam os narizes, é o mais usado por esse povo.




Nem só humanos

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Ninguém sabe exatamente como o beijo surgiu entre humanos. Alguns acreditam que possa ser algo cultural, já outros dizem que ele pode ser uma herança genética de algum passado distante. A segunda opção parece ser mais correta, porque o beijo não é exclusividade nossa.

Alguns primatas, principalmente os chimpanzés, demonstram que também são chegados em um beijo. Estudos já mostraram que eles trocam beijos após brigas, como se fosse um pedido de desculpas. Os elefantes são outros adeptos dessa forma de carinho, principalmente em momentos mais tristes.




Trocando bactérias

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Apesar de haver um certo risco quando beijamos alguém, como a transmissão de algumas doenças, existem diversas vantagens para a saúde. O primeiro fato vem da troca de bactérias. Quando beijamos, nossas bactérias, aquelas com as quais nosso corpo já está acostumado, são passadas para a outra pessoa. Isso faz com que o sistema imunológico do receptor tenha que trabalhar um pouco mais, aprendendo a lidar com essas novas ameaças.

O beijo também ajuda o coração, baixando a pressão arterial, resultado do dilatamento dos vasos sanguíneos.




Um beijo decide

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Existe um ramo da ciência chamado Filematologia, que é responsável por estudar todos os detalhes do beijo. Uma pesquisa, feita por especialistas em beijos, revelou que o primeiro toque dos lábios pode mudar o jeito de avaliarmos uma pessoa.

Segundo o estudo, 59% dos homens mudaram de opinião sobre uma pretendente após o primeiro beijo e 66% das mulheres fizeram o mesmo. Isso revelou que o primeiro beijo é o termômetro para todo o resto, podendo encerrar ou mesmo alavancar uma relação mais longa.




O traidor

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Quando beijamos uma pessoa, nosso corpo libera dopamina, que afeta o cérebro de uma maneira bem similar a cocaína. Por isso, os casais, logo que iniciam o namoro, tendem a se beijar demais.

Contudo, com o passar do tempo, as doses liberadas vão diminuindo até que muitas pessoas acabam traindo seus companheiros em busca de sentir as grandes doses de dopamina fluindo novamente.

Mesmo assim, é interessante que todo o casal continue se beijando, porque os beijos liberam também Ocitocina, algo que ajuda a manter o carinho e empatia entre as pessoas, e claro, também ajuda no orgasmo.

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